segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Metamorfose do Amor

Metamorfose do Amor


Silenciou a voz do amor

Palavras não gritam mais
Sufocado o sentimento
Calaram-se todos os ais

Há penumbra no alvorecer
Poesia sem soluçar
Noite fria e solidão
Lágrimas estancadas no olhar


Há vazio enorme no peito
Dor, porém não existe mais.
Inércia, desânimo de afetos,
Emudeceu a boca que falava de paz!


Não resta nada
Apenas a lembrança do que se foi!
Calou-se...
Emudeceu...
Suavizou!

Adormeceu paixão e acordou amor!

Paula Belmino

Um comentário:

Chica disse...

E que o amor seja duradouro sempre!Lindo poema!beijos,chica