quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Alice Na Tela do Cinema




Minha estrela brilha ...Vejam a participação de Alice no Filme curta metragem FInal Feliz....linda linda




Tá quase pronto!


Uma pequena participação , mas pra mãe coruja babar à vontade heheheh






terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Concurso Bonecando






A Alice está participando do concurso Bonecando http://vestidoderodar.blogspot.com/ juntamente com a marca marcamaria, uma bonecaria muito legal que tem bonecos criativos.


Desta vez sugerem que a criança crie um personagem e diga o que ele gosta de fazer, como se diverte, quais seus medos.


Pelo que conversei com Alice incentivando-a a desenhar um super herói, ela me disse quee ra uma heróina, de cinto, faixa na cabeça, e lutava contra o mal. protegia as crianças boazinhas que gostam de comer frutas, dai resolvi dar o nome de FRUTAÍNA, UMA MISTURA DE MENINA FRUTA que luta contra o vilão do peso.


Alice disse que ela é boazinha ,adora uva e se veste com cores fortes , saia e botas, estilo galochas e quando ver criança preguiçosa, dar uma frutinha e assim ajuda as crianças a crescerem fortes.....


Por ela ser tão pequenina ainda pra inventar uma história foi o que consegui arrancar...Mas já foi bom demais participar


Participe você Também




O ganhador vai ter seu desenho criado pela marca como boneco..


Muito bom poder participar e fazer seu filho usar a imaginação e quem sabe virar realidade.

domingo, 12 de dezembro de 2010

A Gata!








Look do dia: Camisa Isabela Capeto, short Hering Kids, sapatilha Pampilli


Olá amigos venho dizer obrigada pelo carinho para com Alice, nunca esqueço quem beija minha filha, pois é certo o ditado: Quem beija meu filho minha boca adoça!
E se sentem carinho para com ela , eu muito grata sou.
Ela é um anjo enviado por Deus e não é porque sou coruja, verdadeiramente ela é um doce e cresce em estatura e formosura.
Espero que nossa amizade cresça assim como ela tbm cresce.
Para deixar seu dia mais bonito veja ela agora dançando balé a música : a gata de Sandy e Júnior










http://www.youtube.com/watch?v=GHaLaTXjBYM

e pra não passar me branco as novas fotinhas de Alice com cabelo curto buá buá pedi pra cabeleleira tirar as pontas e deixou curto demais.Aind abem que cresce!

sábado, 11 de dezembro de 2010

FORMATURA DA ESCOLINHA







Como o tempo passa rápido!



Hoje alguns amiguinhos da Alice tiveram a formatura da pré-escola, ela ao entrar na escola ficava no berçário, hoje já está no maternal II , logo será sua formatura do ABC também.



Hoje ela dançou balé e apresentou uma dança representando a Bahia, pois toda escola homenageou as regiões Brasileiras.



Eu além de chorar de emoção pelos pequenos formandos , também não podia deixar de chorar de emoção ao ver minha pequena dançando tão lindamente!


E o melhor aconteceu..No final de toda cerimônia o Papai Noel chegou e ela perdeu o medo e foi no colo deel receber o presente ebaaaaaaaa.Sinal quee la cresceu e amadurece cada dia.Ebaaaaaaaaaaa
Confiram o vídeo dela dançando Aché em Homenagem á região Nordeste e Bahia



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Espírito de Natal






Que os sinos celebrem
Qua tragam paz e união
Que todo dia na terra seja Natal
Cristo nascido no coração

Cantem, jubilem
Breve o Rei há de vir
Celebrem a vida, amor e amizade
Nascendo sempre no sorrir

Que todo dia seja Natal
No coração de cada cristão
Que a paz reine pra sempre
E todos sejamos irmãos!

Paula Belmino

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Natal

Eu, minha Mãe e minha boneca Luzia, vestida como eu!
Eu em frente ao presépio na casa de minha madrinha , foto tirada por meu padrinho


Ah! O Natal!
Luzes, enfeites, tanta gente...
Família reunida
Louvando ao menino Jesus
Ah! O Natal...
Que alegria seduz!


Lembranças de minha infância
O presépio a arrumar
Árvore simples feita por meu avô em papel de seda
Vela no prato a iluminar

Sinos no portal da sala
Bolas pequeninas e coloridas
Esperança de ganhar presente
Sempre embaixo da cama
Uma novidade realmente!

Ah! o Natal..
Na casa de meus avós
Amigo secreto entre os parentes
Trazendo o sorriso a todos nós
Passeio pelo parque de diversões
Carrossel, balança, muitas canções.

Canções de paz
Natal de amor
Estrela cadente no céu
Fazendo dos sonhos realizações.

Ah! o Natal
Meu Jesus menino na manjedoura
Ceia com meus amigos
Ao som do sino da igreja que louva
Anunciando boas novas
Nasceu para nós o Cristo Rei
Humilde se fez homem
E nos salvou da antiga lei.

Ah! o natal...
Paz aos homens de boa vontade
Saudades de ser criança
E esperar o Papai Noel com ansiedade.

Natal...
Tempo de paz e de amor
Nasceu Jesus e ao mundo trouxe luz
E enfim a estrela da salvação brilhou.

Paula Belmino

**Foto de meu Natal aos 7 anos na casa de minha Madrinha.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Eu e Alice no site IG "Síndrome da Mãe Perfeita"

Esta é amatéria no Portal IG da qual dei entrevista .Confiram:

Você sofre da “Síndrome da Mãe Perfeita”?

Cuidado: a ânsia de perfeição pode acabar pondo em risco o desenvolvimento dos seus filhos e o seu próprio equilíbrio



Que os filhos devem ser prioridade na vida de uma mãe, disso não há dúvidas. Mas quando a vontade de sair para fazer as unhas se torna quase impossível de ser atendida – por razões que vão desde falta de tempo ao sentimento de culpa por deixar o filho em casa –, pode ser que a tal prioridade esteja mais para exclusividade, e que a “Síndrome da Mãe Perfeita” já tenha invadido a rotina materna. Prioridade e exclusividade são bem diferentes. E, de acordo com a psicoterapeuta Denise Pará Diniz, Coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp, dedicar-se por tempo integral aos pequenos não é necessário – nem indicado.
“É preciso tratá-los com prioridade, principalmente nos primeiros anos, mas não se pode esquecer que os filhos também precisam conhecer a mãe como uma pessoa real, que possui qualidades, desejos e necessidades pessoais”, diz Denise. No entanto, por nem sempre ser fácil manter esse equilíbrio, é comum encontrar mães que organizam o dia a dia sempre em razão das atividades dos filhos e, entre elas, há até mesmo as que se esquecem ou acabam deixando de lado os papéis anteriormente desempenhados, como o de esposa e de profissional, por exemplo.Há aquelas que procuram controlar todas as variáveis da vida para que o filho tenha tudo em mãos e não sinta falta de nada, mesmo quando a criança já está mais velha, e aquelas que, mesmo com os filhos mais crescidinhos, acabam deixando muitas outras atividades de lado por preocupação e sentimento de culpa. Estas atitudes, se não forem policiadas, podem gerar diferentes complicações na vida do filho. E também na vida da mãe.



Fantasia e exageroMas, para a psicoterapeuta Denise Pará Diniz, é realmente no início da criação do primeiro filho que mora o maior perigo. “É quando você começa a aprender a ser mãe, então a mulher pode ficar excessivamente preocupada”. Segundo Heloísa Schauff, psicóloga clínica especialista em Terapia de Casal e Família, é comum que as mães de primeira viagem fantasiem que tudo seja perfeito e acabem não conseguindo distribuir o tempo e atenção entre outras funções, além das que exigem os filhos. “Não é exatamente o desejo de ser perfeita, é um sentimento de não se achar boa o suficiente, de não estar fazendo o melhor que pode”, explica. E isso pode acontecer tanto para a mãe que não trabalha fora de casa quanto para a que trabalha.

Foto: Fabio Guinalz/AgNews
Alice e a mãe, Paula, assistem TV: "quero que ela cresça e seja feliz, mas ao mesmo tempo tenho vontade de não soltá-la mais"
“Para quem vive em cidade grande, por exemplo, sempre haverá a sensação de pouco tempo com a criança pela correria do dia a dia, mas é preciso lembrar-se dos limites que a mãe precisa ter”, recomenda a especialista. O conselho também é válido para as mães que estão sempre à disposição dos filhos – e acabam passando da conta. De acordo com Schauff, conforme a criança vai crescendo e adquirindo maior autonomia, algumas utilidades que a mãe possuía antes vão ficando para trás. “Apesar de sermos mães a vida inteira, independentemente dos outros papéis que estejam sendo desempenhados, é preciso permitir que a criança também experimente e amadureça”, explica.É o que procura alcançar a professora Paula Belmino, de 35 anos. Há quatro anos cumprindo o papel de mãe de Alice com esmero, Paula conta que até hoje ainda fica ao lado da filha até que ela adormeça e, quando a deixa na escola, sofre até de taquicardia por medo do que pode acontecer enquanto estão separadas. “Ao mesmo tempo em que quero que ela cresça e seja feliz, também tenho vontade de querer grudar e não deixar mais crescer”, confessa. A filha se faz presente até nos momentos que ela tem para si só: “Eu me martirizo por sair sem ela. Quando vou ao shopping, por exemplo, ao invés de comprar coisas de que preciso, compro tudo para ela. Acho que toda mãe é um pouco louca”, observa.



Limite para o filho, limite para a mãeE as crianças, o que ganham com a “Síndrome da Mãe Perfeita”? Nada de muito bom. “Se a mãe é muito permissiva e mima demais os filhos, eles crescem sem saber lidar com frustrações e têm dificuldades maiores que as outras crianças para lidar com as regras fora de casa”, diz Schauff. Se a criança não enfrenta estes desafios ainda dentro de casa, pode se acostumar a obter tudo como quer – e não é bem isso que acontece fora de casa. Na escola, por exemplo, ela tem que aprender a esperar sua vez e a dividir a atenção da professora com os colegas. O mesmo efeito de despreparo infantil pode acontecer se a mãe nunca sair de perto: “A criança vai precisando de outras relações e outras vivências em que sinta que faz as coisas por si só e se supera por si só”, completa Denise.O mesmo problema pode acontecer com as mães. A mulher que fica cada vez mais em casa com os filhos – ao invés de assumir outras atividades à medida que eles vão crescendo – também pode estar com dificuldades para ter outras vivências, como voltar ao trabalho, e se adaptar a elas. Mas é preciso prestar atenção para certificar-se de que ser mãe em período integral é um plano pessoal, não apenas um esforço para seguir um valor cultural. “Se ela se organizou e quer viver aquilo, não faz mal. O que faz mal é passar dos limites e ter somente isso de dedicação exclusiva”, explica a psicoterapeuta.Há também o caso de mães que, por terem questões mal-resolvidas com o trabalho ou com o marido, por exemplo, acabam focando somente na maternidade e tornam os pequenos o único mundo a ser vivido – um grande peso e até uma injustiça com a criança. “Por essas e outras que o comportamento de mãe e filho deve ser observado: se a mãe está mais depressiva e cansada e se o filho anda muito egocêntrico, birrento e sem amigos”, explica a psicoterapeuta.

A principal questão a ser esclarecida, porém, é de que a perfeição não existe. Segundo Schauff, o que mais importa é a qualidade do tempo passado com o filho, e não necessariamente a quantidade. “Existe o melhor que a gente pode dar e a necessidade do olhar com parcimônia: é importante ter o tempo para si mesmo, para a relação conjugal, e transitar com saúde e qualidade em todas as esferas. Só assim a criança verá a mãe feliz e satisfeita, o que é muito importante de ser notado”, explica a psicóloga. A partir da percepção de que não há exatamente uma medida ideal, é possível libertar-se das próprias expectativas exageradas e fazer o que é possível pelos filhos, acompanhando-os sempre com carinho e afeto, ultrapassando as fantasias para se tornar uma boa mãe de fato.


Renata Losso, especial para o iG São Paulo