É assim que chega a coleção Dedeka com
parceria com o Instituto
de Leitura QuindimClube
Quindim . A coleção assinada pelo artista Roger Mello e traz pijamas, camisetas, pantufas, babadores e
bodys com as estampas do livro Jardins escrito pela poetisa de Roseana Murray
São peças que incentivam a imaginação e o contato com a natureza , educando as
crianças para a poesia do olhar.
Além disso,
toda parte da renda obtida com as vendas dos produtos é destinada ao Instituto
de Leitura Quindim que será revertido em atividades de incentivo à leitura,
formação de leitores.
A caixa da #instadedeka nos
trouxe a poesia de Roseana com flores que passeiam... Sim vieram passear na
minha memória afetiva, pois tenho amor por este livro Jardins publicado
pela Global
Editora
Além de amar flores e tudo que nos traz suas cores e perfumes.
Virei um jardim com flores de felicidade.
.
Alice amou! É logo mais temos ensaio por aqui.
De toda
magia eu só sinto muito: não caber nessa poesia de vestir!! Mas pensando bem,
não cabe meu corpo, mas meu espírito já se veste de poesia e flor faz tempo, e
a #DEDEKA veio
apenas regar meu jardim.
Obrigada!!
.
Aproveitem para vestir poesia e promover este lindo projeto social de fomento à
leitura.
As peças já estão na loja virtual da Dedeka
.
trouxe o cheiro dos pingos d' águacaídos na terra,
há tanto tempo, sedenta das águas doces.
O som de um trovão nos aliviou a ansiedade
e bradou pra gente com veemência, a voz celestial:
A chuva vem no tempo certo!
E a lembrança da cantiga das águas lavando o telhado
fica ecoando dentro de nós:
Plinc plonc, Plinc, plonc.
Paula Belmino
Ontem ouvi um trovão, o Tempo mudou, o cheiro de chuva
nos invadiu, e depois o vento levou a chuva que caiu aqui pertono sertão . Daí recebi a esperança e este
lindo vídeo da2ª edição da Cajuada
Literária, projeto desenvolvido no bairro de Cajupiranga, em Parnamirim-RN,especificamente na Escola Municipal Edmo
Pinheiro.
A escola trabalhou meu livro: A Menina Que sabe Chover, junto
com outros autores que enfocam o sertão, como o livro Ser Tão de Fabio Monteiro
, Ana Maria Machado, André Neves e a ilustração de Ivan Cabral com foco no
humor sustentável.
As crianças recitaram meu poema Chuvinha Pinga Pingado livro A Menina que sabe chover com
ilustrações de Francisco Daniel pela Editora InVerso
Fazia uns dias recebi o vídeo do Projeto Rio de Leitura em Parnamirim, e fiquei imensamente honrada pela escola ter
acolhido meu nome para representar o sertão, a força do Nordeste, as chuvas de
esperança a brotar pela poesia.
É o prenúncio da chuva que minha menina que sabe chover
vai trazendo por onde passa.
Quero parabenizar a toda equipe da Escola Edmo Pinheiro por ter acolhido minha poesia e dizer que me sinto honrada de fazer parte deste Rio de Leitura que move e lava a alma. Não é à toa que é o melhor projeto de incentivo á leitura do Brasil. Parabéns!! Me emocionei muito vendo as crianças, as canecas, as latas da água, tudo me fez chorar de emoção!! Para ver mais:
Aconteceu no mês de Novembro em Parnamirim o III Congresso de Conselheiros Escolares com objetivo de debater assuntos que permeiam o conselho como gestão democrática, e afins.
Houve palestras, oficinas temáticas e apresentação de releitura de obras literárias, entre elas o meu livro A Menina Que sabe Chover , pela Editora Inverso
A escola Municipal Costa e Silva levou ao palco seus alunos fazendo a leitura e a releitura de forma teatral com minha poesia.
Maria é consciente, reutiliza a água e rega com esperança a vida.
Planta sabendo que árvore é vida, enquanto afaga a chuva no coração.
Bendita Maria menina.
É força e esperança no sertão.
Espera a chuva
cuida da terra
e da pouca água que resta.
Ao viajar nos livros da escola,
vê nascer rios de esperança.
Lá vai Maria
chovendo pelo caminho
a água da cacimba
do açude quase seco.
Anda pelo deserto
pingando água.
Busca longe a água
para banhar-se.
Maria é consciente,
é dona do mundo,
cheia de bondade,
alma de poesia molhada.
Leva a lata d'água na cabeça e,
de flor adornada,
de pingo em pingo,
junta água
para saciar a sede
sem reclamar de nada.
Sapos em cantoria
Quando é inverno no sertão
os sapos fazem reunião,
tocam tambores,
cantam e celebram a chuva
e com suas cantigas antigas
trazem alegria e vida.
Paula Belmino
A professora mediadora Marizalba Silva junto com o professor de Arte Everson de Oliveira fizeram um excelente trabalho e eu agradeço imensamente, pelo privilégio d elevar essa mensagem de consciência de cuidados com o meio ambiente e com os recursos hídricos de forma poética e lúdica, arte pura.
* Os poemas acima citados, são trechos de poemas do meu livro A Menina Que sabe Chover com ilustrações de Francisco Dam, publicado pela Editora Inverso
"Dançar é despertar o corpo e a mente para a música da vida." Paula Belmino
Dança é movimento, além do corpo, exercita a mente, expressa, traz
leveza, educa a postura, socializa, e dá disciplina.
O ballet é arte e dedicação, compostura e saber se conhecer, autoconhecer o
próprio corpo e seus limites. Essa é minha participação no Poetizando e Encantado do blog da Lourdes O Filosofando na Vida tem a Blogagem Coletiva que nos convida a expressar a criatividade e a participar socializando com os demais amigos blogueiros Escolhi a imagem desta bela moça de um vestido esvoaçante e delicado que me lembrou os grandes espetáculos
Alice fazia ballet desde pequenina, mas com os horários de escola e projeto Polícia
Mirim não dava mais tempo, agora conciliando estudos e arte, pediu para voltar,
e claro eu aprovei. Ontem depois de duas semanas que retornou às aula a já se apresentou no Festival de Dança: II Mostra de Dança Criança na cidade de Acari com o grupo Arte e Dança organizado pela Tia Elaine Pereira e claro a mamãe coruja vibrou seus passos, seu movimento, sua dedicação em tido que faz. breve estará dançando solo em muitas outras apresentações. Vejam um pedacinho da apresentação dela, ela aparece no fundo do palco
A poesia nos faz voar.
É asa, é sonho.
A poesia é liberdade para todo
ser humano se expressar.
É ato de inclusão e afeto
É pássaro na alma a cantar.
Meu poema Bem-te-vi foi musicado por Ray Santos com voz de Nova Morenno e agora ganha essa versão linda em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais )nas mãos e na alma do grande artista Guilherme Aniceto
Bem-te-vi
"Eu vi um bem-te-vi
de terna cor no bico,
hálito de vida,
de poesia,
suspirando sobre a flor.
Eu vi um bem-te-vi
cantando nostalgia
e morrendo de amor.
Eu vi um bem-te-vi
de terna cor no bico,
hálito de vida,
de poesia,
suspirando sobre a flor.
Eu vi um bem-te-vi
cantando nostalgia
e morrendo de amor."
Créditos:
Letra: Paula Belmino
Melodia: Ray Santos e Jonas Bryan.
Voz: Nova Moreno
Edição e remasterização: Studio Prime
A primavera tomou conta de nós e não podemos deixar de ver as flores como elas são ainda que depois de caídas ao chão. Resto de flor é flor como já diz a artista Maria Cininha que nos inspira a criar arte com as flores de ipê amarelo que por aqui as crianças não conheciam por este nome, e sim craibeira.
Inciamos a aula com o poema de Cecília Meireles : a flor amarela do livro: O isto, ou aquilo pela Editora Global, que inclusive foi aprovado pelo PNLD literário e pode ser escolhido por escolas de ensino fundamental de todo país até o dia 31/10 com o código 0542L18601
Após a leitura indaguei sobre qual tamanho poderia ser a flor na poesia de Cecília Meireles, que tipo, como seria?
Surgiram nomes e assim os alunos escreveram uma lista
de flores baseadas no poema, e nas fores que já leram em outros livros, fizeram frases, acróstico com a palavra Primavera e depois na releitura da obra recriaram o deles assim:
Depois lemos um texto informativo sobre uma flor amarela de alto porte que floresce no ipê. As crianças puderam ver como floresce, a altura, para que é usada a madeira, como é conhecido o ipê em outras regiões etc... E depois da leitura foi hora de fazer uma aula passeio aos arredores da escola para descobrir flores amarelas. Será que existiam flores nas janelas? Ou em árvores grandes?
As crianças ficaram encantadas e puderam medir o diâmetro do tronco, sentir o perfume das flores, fazer estimativas da altura da árvore etc...
E por fim pegaram as flores caídas no chão para fazer arte na sala, sempre ressaltando a importância de se preservar , de não retirar as flores do seu habita, contextualizando para que serve cada parte da planta com atividades do livro didático de ciências.
Artes usado tinta guache, lápis de cor e flores de ipê amarelo
Por fim criamos um texto coletivo sobre o Ipê amarelo e as crianças levaram para casa a missão de plantar e acompanhar o crescimento de um vegetal, como por ex: um pé de feijão e ir registrando o processo.
Ler e escrever sempre para uma aprendizagem significativa!
Fiquem com a poesia a Flor amarela de Cecília Meireles em uma singela apresentação da Alice e da amiga Anayara na Biblioteca Pública de nossa cidade para alunos de escolas públicas