por hora não estão ao
teu redor.
E na construção de um ser e um mundo melhor
Sê tu criativo, responsável e mais humano,
tendo a empatia de afastar-se para depois com
muita alegria
estar em multidão.
Resguarda-te por este tempo,
para que em breve,
possas abraçar os que estão distantes
e recriar uma nova
história,
um novo tempo!
Por agora, segue confiante, transformando a solidão em fé,
A ausência em cuidado.
Deixa nascer dentro de ti ,
um ser melhor e mais vivo do que nunca para ser feliz
Um coração abraçado que representa a nossa vida, a quem amamos. Que possamos cada um passar por essa pandemia com força e saúde, e que Deus guarde cada família no mundo.
Deixo também um vídeo de uma canção que canto e a Alice grava
Cuidar das crianças é dar a elas proteção e ensinar a elas a reconhecerem uma situação de violência e abuso sexual
De forma lúdica a literatura é uma grande ferramenta para conversar abertamente com as crianças sobre um assunto tão sério. Vale salientar que a proteção das crianças é responsabilidade de seus pais e que deve-se usar uma linguagem apropriada e também falar o necessário de acordo com a maturidade da criança, mas sempre dialogando e observando sempre o comportamento das crianças quando retornam de algum atividade com adultos
Cabe aos pais e responsáveis:
- Quando você deixar o seu filho sozinho com outra
pessoa, seja adulto ou adolescente, procure que possam ser observados.
- Favoreça situações nas quais o seu filho se integre em
grupos.Mas fique atento como buscar conhecer os responsáveis e monitores e ficar atento quando a criança retorna;
- Ensine o seu filho com o exemplo. Evite o máximo
possível, estar sozinho com um menor que não seja seu filho.
- Supervisione o uso da Internet que o seu filho
faz.
- Ensinar a criança a não aceitar presentes de estranhos
-Orientar para que não deixe que toque em áreas íntimas do seu corpo
Muitas são as ações de proteção e segurança para manter as crianças longe de violência
A Aletria caba de lançar o livro: Não me toca, seu boboca escrito por Andrea Viviana Taubmam e ilustrado por Thais Linhares, tendo o cuidado de pensar numa história em que os personagens são animais Como a coelhinha Ritoca que enfrenta uma situação de encontrar um tio aparentemente gentil que quer enganar ela e seus amigos, mas que felizmente consegue escapar.
Para escrever esse livro contaram c com a consultoria de profissionais que trabalham dia e noite pela proteção de crianças e adolescentes. Psicólogos, juízes, advogados e a fundação Childhood Brasil.
O livro chegou aqui e já foi usado com Alice e as amigas e ontem também ela levou para ler com a turma dela na escola. Um assunto sério que precisa de orientação e de muito cuidado de pais, professores, responsáveis.
Assistam o vídeo da Alice e suas amigas respeitando amadurecimento de cada uma
Para prevenir que abusos aconteçam, é importante ensinar às crianças e aos
adolescentes a diferenciar uma brincadeira de uma potencial situação de risco e
fortalecer suas capacidades para que possam se defender e denunciar quando uma
pessoa age de maneira inadequada com elas.
No entanto, falar sobre este tema é, muitas vezes, uma tarefa bastante difícil
para pais, mães, familiares e demais profissionais da área de educação, saúde e
assistência social. Pensando nisso, a Aletria lança o livro "Não me toca,
seu boboca!", escrito por Andrea Viviana Taubman e
ilustrado por Thais
Linhares.
Para chegar no formato final do livro, Andrea e Thais
contaram com a consultoria de profissionais que trabalham dia e noite pela
proteção de crianças e adolescentes. Psicólogos, juízes, advogados e a fundação
Childhood Brasil foram importantes parceiros para a criação de "Não me
toca, seu boboca!".
Na semana que antecedeu
o lançamento do
mais novo livro, o Blog da Aletria conversou com Áurea Domingues, psicóloga do
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Áurea, juntamente com Christina Mendes,
Glicia Brasil e Sandra Levy, foi uma das profissionais que colaborou
amorosamente com as revisões técnicas dos textos que contam a história de
Ritoca, personagem do livro "Não me toca, seu boboca!". Leia abaixo a
entrevista completa:
1) A literatura, com sua ludicidade, sempre foi
importante mediadora para temas delicados como a morte e a sexualidade, por
exemplo. Como um bom livro pode se tornar aliado de conversas difíceis
entre pais e filhos?
A literatura infantil é um excelente aliado para
conversas difíceis no âmbito familiar, pois explora o imaginário infantil de
uma forma lúdica e leve. Assim, um bom livro evita impactos negativos na mente
da criança ao abordar assuntos delicados, como é a questão do abuso sexual.
2) No caso da temática da violência sexual contra crianças e adolescentes, a
delicadeza do assunto exige um cuidado especial para elaboração do livro, a fim
de informar, orientar e proteger nossas crianças. Enquanto psicóloga, como foi
o processo de colaborar para a criação de "Não me toca, seu boboca!"?
Quais foram os maiores desafios?
Me senti muito honrada em poder participar da elaboração do livro orientando a
autora Andrea Viviana Taubman com questões da área da Psicologia sobre a
dinâmica do abuso sexual. O primeiro encontro com a escritora foi muito
emocionante. Fizemos uma breve reunião no ano passado, em que foi apresentada a
sala de atendimento às crianças vítimas de abuso sexual no Tribunal de Justiça
do Estado do Rio de Janeiro. À medida que Andrea lia o seu texto (primeiro
esboço do livro), eu me lembrava dos casos difíceis que já atendi. Foi difícil
evitar as lágrimas, pois o que ela descrevia no livro exemplificava os
processos em que eu atuava. Construímos ali uma excelente parceria e, desde
então, fui acompanhando e opinando na elaboração do texto e também nas
excelentes ilustrações da Thais Linhares. Foi importante explicar que na
dinâmica do abuso, muitas vezes, o abusador tenta ganhar a confiança da criança
se aproximando de forma doce, delicada, com elogios, oferecendo presentes e
utilizando um linguajar infantil. Assim, fica difícil para a criança
identificar que está sofrendo um abuso. O maior desafio foi traduzir essa
dinâmica do abuso para o livro com um vocabulário de fácil assimilação para as
crianças.
3) Por que é importante trazer esse assunto para conversas dentro de casa?
É muito importante que esse assunto seja discutido em casa, para que as
famílias possam trabalhar a prevenção. Assim, os responsáveis podem ensinar a
criança a identificar uma situação abusiva. Por exemplo, quando um adulto pede
para tocar suas partes íntimas em troca de presentes ou exigindo que a criança
não conte para ninguém; quando um adulto pede para a criança tirar fotos nua ou
com roupas íntimas; quando um adulto marca um encontro sem o conhecimento dos
pais; é preciso dizer também para criança ter muito cuidado com quem conversa
na internet e jamais enviar fotos ou marcar um encontro com um adulto
desconhecido.
Além disso, muitas crianças não se identificam como
vítimas de abuso e se sentem culpadas, acreditando que são provocadoras dos
fatos. Como consequência, sentem vergonha e medo de revelar. Vale ressaltar que
muitos casos ocorrem no ambiente intrafamiliar, sendo mais difícil que a criança
revele para um adulto de sua confiança. Nesse sentido, quando o assunto é
tratado dentro de casa, empodera a criança para identificar, se defender e
revelar uma situação de violência sexual.
4) Você acha que o abuso infantil ainda é visto como uma questão privada e não
como uma causa de interesse público? Para você, qual a importância de trazer
essa discussão para dentro de produtos culturais como livros, filmes etc?
Sim, infelizmente a questão do abuso infantil ainda é vista como um tabu. É
um tema delicado e enfrenta resistência nos espaços de discussão do poder
público. Mas essa é uma questão que precisa ser mais discutida
publicamente na sociedade. A criança vítima de abuso merece respeito e
proteção, e jamais deve ser culpada pelos abusos. A culpa nunca é da vítima.
Entretanto, vemos crianças sendo culpadas, dentro de casa e até na rede de
garantia de direitos. Por outro lado, o abusador não tem cara, está presente em
qualquer aparência física, etnia, religião, gênero, idade e classe social.
Nesse sentido, nem sempre é facilmente identificado. Sendo assim, é muito
importante que esse assunto seja tratado em livros, filmes, novelas como forma
de prevenir que essas situações ocorram ou que fiquem impunes.
Em casos de suspeita de violência e abuso sexual denuncie
Disque
100: serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência
sexual, vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual
contra Crianças e Adolescentes, da SPDCA/SDH. Basta discar o número 100 (é
gratuito e aceita ligações anônimas);
Proteja Brasil: Esta iniciativa do UNICEF permite que sejam
feitas denúncias diretamente por um aplicativo disponível para android e IOS,
além de localizar os órgãos de proteção nas principais capitais e ainda se
informar sobre as diferentes violações. As denúncias são encaminhadas
diretamente para o Disque 100.
Fotografia de Roberto Paixão no jantar de confraternização do seminário para casais de nossa igreja: O casamento é construído, assim como o amor que vai sendo regado a cada dia por ações de amizade e benevolência.
Pra acarinhar a flor mais bela de meu jardim sempre recito poesia, leio para ela, faço vez ou outra um café na cama, uma carinha de frutas, nada habitual os pratos enfeitados, mas sempre que dá uma carinha, um sol, uma flor, a mamãe aqui é péssima de desenho, de arte, de inventar, então vamos ficar só na poesia e no incentivo mesmo hehe Depois que ela tomou seu café a prima Hadassa chegou com a vovó e claro teve borboletas e uma cantoria de jardim pra elas também.
O incentivo a leitura deve ser constante e sempre, não dá para ler apenas ao se deitar, é preciso que os livros estejam por toda parte, disposto pela casa, ao acordar, e ao deitar. Ler desde cedo, incentivar, e ainda mais para as crianças elétricas e super cheias de novidades e atividades, o ler para elas vai ajudando a acalmar, sensibiliza, resgata os momentos ao lado dos pais e de quem se ama. Ler favorece a humanização, a paixão pela poesia, o lado lúdico dos livros se abre em botão na alma da criança, mas é preciso ler sem pressão, sem reservas, sem impor, ler por prazer, brincando e oferecendo poesia como se oferece em letras o pão para a alma.
O livor escolhido foi o de Eloí Bocheco: Cantorias de Jardim pela Editora Paulinas que traz diversas poesias que falam de flores, de natureza, e para combinar uma borboleta usando pão francês, queijo de manteiga da terra e uvas, a Alice não gosta de comer frutas cedo, e é mais uma maneira de brincar e incentivar. Café com leite e poesia não podem faltar! E depois de tudo isso ainda teve a vovó Cicera lendo para a pequena e cantoria de flor Assistam e aproveitem e se inscrevam em nosso canal no Youtube Para saber mais:
Cantorias de Jardim reúne 21 poemas, em que cada um é dedicado a uma flor: rosa, margarida, açucena, jasmim, hortênsia, amor-perfeito... Mais do que ressaltar as qualidades marcantes de cada flor, Eloí inventa situações cruzando insetos, bichinhos de jardim, corredeiras, lagos, rios que atuam como coadjuvantes na construção das imagens idílicas da poeta. São poemas repletos de imagens. Há um estouro de figuras de linguagem, de pensamento, de harmonia... há um estouro no uso de recursos linguísticos: cruzamentos, aliterações, repetições, metonímias, intertexto, comparações. Parece uma festa de palavras e imagens. Impossível não se render ao mel escorregadio das poesias de Cantorias de jardim. Sem dizer mais sobre a estética impecável dos poemas, a elegância, a graça, a suavidade das palavras e das cenas são um devaneio de aromas. Dá pra sentir que cada palavra, cada pontuação foi cuidadosamente bordada pela tinta da caneta da poetisa. As ilustrações são de Elma que também se renderam à delícia que é passear por um jardim de poemas para as flores ISBN: 978-85-356-3351-1Páginas: 40 Edição: 0 Idioma: PORTUGUES Formato: (21,5 x 30,0) Para comprar https://www.paulinas.org.br/loja/cantorias-de-jardim
TOC : Aprendendo sobre pensamentos desagradáveis e os comportamentos repetitivos de Juliana Braga Gomes e Cristiane Flôres Bortoncello pela Sinopsys Editora
Pensamentos indesejados, sentimentos que causam medo, obsessões, compulsões e comportamentos realizados frequentemente para se livrar ou evitar são alguns dos sintomas do TOC
Um mal que afeta 100 milhões de pessoas no mundo e que também acomete a infância ou adolescência,
A criança sem saber como se portar frente aos obstáculos e problemas que enfrenta tem dificuldades de enfrentamento e resolver seus conflitos internos podendo se deparar com um quadro de frustrações e pensamentos indesejados que alterem sua saúde psicológica.
.
O livro trata de maneira lúdica o transtorno que pode ser mantido pela vida inteira caso não seja tratado trazendo danos e prejuízos a saúde e a vida e busca auxiliar na psicoeducação do transtorno e no seu tratamento. Mostra sintomas e a maneira certa de lidar com eles além de servir de identificação para a busca de ajuda de um profissional
Estudos revelam que o transtorno obsessivo compulsivo (TOC) afeta cerca
de 2 a 3% da população geral, em cifras, estima-se que mais de 100 milhões de
pessoas no mundo inteiro sejam portadoras da doença, que também acomete o
público infantil. É comum o TOC iniciar na infância ou na adolescência. Ele se caracteriza
pela presença de obsessões, que são pensamentos ou imagens, intrusivos e
indesejados, que causam medo e/ou desconforto, e compulsões, que são os
comportamentos realizados frequentemente para se livrar ou evitar as obsessões.
O tema é o foco central do livro ‘TOC: Aprendendo sobre os pensamentos
desagradáveis e os comportamentos repetitivos’, uma obra da Sinopsys Editora.
Devido ao TOC ter um curso
crônico e frequentemente progressivo, pode causar sofrimento significativo,
muitas vezes interferindo no rendimento escolar, nas relações sociais e no
relacionamento familiar. É importante ressaltar que a criança ou adolescente
não se envolve nos rituais porque quer, mas porque não sabe resolver a situação
de outra forma. A família sofre junto, pois na maior parte das vezes acaba
tendo dificuldades no manejo com as situações que se apresentam.
Escrito pelas especialistas em
terapia cognitivo-comportamental, Juliana Braga Gomes e Cristiane Flôres
Bortoncello, a obra aborda, de maneira lúdica, o transtorno que, muitas vezes,
inicia na infância ou adolescência e tende a se manter ao longo da vida se não
tratado, trazendo prejuízos significativos na qualidade de vida. “O livro tem
como objetivo auxiliar na psicoeducação do transtorno e no tratamento”,
salienta Juliana. Ela acrescenta que o livro apresenta os principais tipos de
sintomas do TOC e ensina ao leitor a maneira correta de responder aos
sintomas. “Se o seu filho se identificar com o conteúdo apresentado neste
livro, busque ajuda de um profissional capacitado para que ele possa realizar
uma avaliação e, se necessário, iniciar o tratamento para o TOC”, acrescenta a
autora.
Sobre as autoras:
Juliana
Braga Gomes - Psicóloga e Pedagoga. Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental.
Mestre em Ciências Médicas: Psiquiatria- UFRGS. Doutora em Ciências Médicas:
Psiquiatria. Sócia fundadora e Vice-Presidente da Associação de Terapias Cognitivas
do Rio Grande do Sul (ATC-RS) gestão 2016-2019.
Cristiane
Flôres Bortoncello - Psicóloga. Terapeuta com Certificação pela FBTC.
Membro fundadora e presidente da Associação de Terapias Cognitivas do Rio
Grande do Sul (ATC-RS) gestão 2016-2019. Mestre em Psiquiatria. Especialista em
Terapia Cognitivo-Comportamental.
O livro estará sendo lançado amanhã em Porto Alegre:
A Sinopsys Editora e as autoras Cristiane Flôres Bortoncello e Juliana Braga Gomes convidam para o lançamento e sessão de autógrafos do livro: “TOC: APRENDENDO SOBRE OS PENSAMENTOS DESAGRADÁVEIS E OS COMPORTAMENTOS REPETITIVOS”.
Será dia 30/08, das 19h às 21h, na Livraria Cultura do Shopping Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, 80, Piso 2 – Porto Alegre/RS).
Hoje é dia de feira por aqui, dia de comprar frutas e verduras fresquinhas, dia de dormir até tarde e acordar com café na mesa repleto de delícias para a Alice
Que mãe não se preocupa com o tipo de alimentos que os filhos ingerem não é mesmo?
Aqui em casa a Alice se detém apenas ao café com leite e pão com manteiga, frutas até come mas noutro horário, estamos tentando acrescentar ovos ao café da manhã, por vezes coloco queijo quente no pão para ver se o café da manhã a primeira alimentação é mais rica em nutrientes.
Hoje na mesa teve delícias da terra e leitura do livro lindo que acabamos de receber da Rebeca Chamma , mini chef mirim já participou da na cozinha da amida da Zazá na Tv Cocoricó, na Cultura, apresentou o programa Mini chef na Fox Life e já escreveu outros dois livros de culinária que eu já divulguei aqui
Rebeca Chamma aprendeu cozinhar aos 4 anos vendo seu pai enrolar charutos de folha de uva, tradicional prato árabe que ela é fã.
O novo livro da Mini chef super talentosa é composto de 61 receitas entre bolos, sucos, sanduíches e todos podem ser preparados pelas crianças e jovens , pois são de fácil preparo e ricos em nutrientes. Mas não fica só nas receitas trás ainda informações sobre os grupos de alimentos construtores, reguladores e energéticos e dicas de como colocar no prato todos esses tipos de alimentos essenciais para o bom funcionamento do organismo.
O Livro Delícia de Recreio no entanto não é um livro só para crianças , mas para toda família ajudando os pais enriquecerem a alimentação das crianças com receitas variadas e acrescentando fontes de vitamina em alimentos talvez nunca experimentados. é um convite para vir à cozinha preparar o prato, afinal quando a criança é envolvida no processo fica mais fácil querer conhecer, experimentar, provar e assim desenvolver uma alimentação saudável.
Por aqui sempre estamos pregando os bons hábitos alimentares, a qualidade , e a quantidade, a Alice come pouco, mas de tudo, porém por aqui se oferecem muitas balas, e doces , os tios, na escola, na igreja e é um hábito não tão fácil de se cortar pois é cultural, mas vamos educando a comer mais frutas, levando na lancheira, trocando doces que prejudicam a saúde principalmente dos dentes pelas frutas e sucos.
O Livro Delícia de recreio além de deliciosas receitas traz ainda curiosidades e dicas sobre os alimentos e 25 conjuntos de lancheiras , apresentando um cardápio variado para cinco semanas. O conjunto varia entre uma receita salgada, uma sobremesa ou fruta e um suco natural ou outro líquido tudo natural e com produtos que se acha facilmente, bem diferente de livros que já li sobre comida saudável que passa longe de nossa cultura.
Um exemplo de receita do livro, é o suco de cajú que por aqui é a fruta em principal produção, fonte de vitamina c, e ferro entre outros tantos nutrientes benéficos para a saúde.
São maravilhosas receitas e dicas simples e apropriadas ao estímulo ao consumo saudável de verduras , legumes e frutas e conhecer muitas outras formas de variar o cardápio e fugir dos alimentos industrializados.
Aguardem em breve voltamos com uma das receitas da Rebeca Chama no Livro Delícia de Recreio
Visite o site da Rebeca Chamma e conheça mais de seu lindo trabalho: