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sexta-feira, 3 de abril de 2020

A Menina Que Sabe Chover. Escola Francisca Avelino




Chove

A chuva cai,
traz a esperança suave.
Chuva de paz.

A chuva vem,
de poesia infinita
no olhar de alguém.

A chuva planta:
sementes de alegria,
e cidadania implanta.

A chuva molha
de  versos a alma
 de quem um livro olha.

A chuva rega bondade,
em quem na leitura
encontra a solidariedade.

A chuva floresce
amor pelos livros
e deles nunca mais se esquece.

Paula Belmino


Foi assim que vivi uma Chuva de Poesia na Escola Municipal Francisca Avelino em Parnamirim, ainda antes da quarentena.


A Mediadora Ezilda Pinheiro fez um trabalho lindo, junto com a equipe de professores de arte, música, e a gestão se uniram para fazer um lindo Sarau apresentando  A menina que sabe chover, com as ilustrações de Francisco Dam pela Editora Inverso
Durantes as semanas de fevereiro, os alunos puderam ter o contato com poemas de meu livro A Menina Que sabe chover e e outros como Asa de Borboleta, lindamente apresentado pelas crianças.




O sapo Julião também se fez presente e arrancou gargalhadas e encantamento no olhar das crianças


Pude falar um pouco da minha trajetória para as crianças e a comunidade escolar e recebi muitos abraços




Houve também troca de livros, eu e Geraldo um dos responsáveis e coordenadores do projeto Rio de Leitura
Trouxe seu livro Viagens e a Alice amou!



 Agradeço a toda escola pela linda festa da poesia em escolher minha obra. Que a chuva caia e molhe, plante em cada coração a esperança de dias melhores!


*Fotografias de Rio de Leitura


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terça-feira, 17 de março de 2020

Chover Poesia





Chove poesia
um temporal de alegria
muito encanto e magia.

No céu de brigadeiro
onde voavam pássaros alados
agora dançam  nuvenzinhas
se desfazem a brincar.

Despencam  serenamente gotinhas
e a menina com seu guarda-chuva
inventa de chover poesia
e com os sapos vai cantar.

Paula Belmino

Momentos de muito encantamento no Sarau em celebração ao dia da Poesia em que meu livro: A Menina Que Sabe Chover com ilustrações de Francisco Dam, pela Editora InVerso foi mais uma vez lido, relido e vivenciado a poesia na prática na Escola Municipal Antônio Basílio Filho em Parnamirim-RN


As crianças leram fantasiadas, encenando com os personagens trajados como sertanejos


Professores também leram, e brincaram com suas crianças fazendo som de chuva e trovão


Maria, a menina que sabe chover, levou água na moringa, enquanto o sertanejo carregava a lata d'água


guarda-chuvas pingavam água, e choveu de verdade a manhã inteira na cidade, tanto que faltaram crianças


Tive a honra de dividir a mesa com o mestre cordelista Acaci que encantou as crianças com sua cantiga ao violão, e a contadora de histórias Daluzinha Avlis  que também contou uma história de sapo, contextualizando com a poesia  Sapo Julião de meu livro


A mediadora Vânia me recebeu com muita alegria, num cenário preparado por ela e Erica e a equipe da escola


Também conversei na Biblioteca da Escola, com as crianças do 5º ano, recitamos, ouvimos poemas e respondi a entrevista deles e nos emocionamos.





Vejam mais:





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Também saímos no portal da Prefeitura de Parnamirim
vejam:




domingo, 15 de dezembro de 2019

A Menina Que Sabe Chover no Natal das Realizações





Minha Poesia ganha vida na voz, nas mãos e no corpo das crianças.
E no dia 14 de dezembro de 2019 foi apresentada no Centro de Referências em Educação Cemure (Centro Municipal De Referência Em Educação)
Na cidade do Natal-RN pela Escola Professor Arnaldo Monteiro Bezerra Escola Municipal Arnaldo Monteiro  que celebra 40 anos de existência e fez uma linda apresentação com a obra A Menina Que Sabe Chover de autoria de Paula Belmino e Francisco Daniel pela Editora InVerso para comemorar o Natal do Menino Jesus com mostra de boas práticas de cidadania e construção de saberes e valores.



Recebi esses momentos preciosos da Simone Rodrigues e a mediadora Lenira Carlos Gurgel me conta que as crianças fariam um lindo alto de Natal.



Gratidão por fazer parte da história de vida de uma escola focada na aprendizagem lúdica e significativa por meio da literatura, da arte, da cultura.
A coreografia é da professora Kaline de Arte da mesma escola.
Teve muita coisa linda por lá e uma plateia linda a celebrar a educação.
Parabéns A todas as crianças e à equipe dedicada a promover educação de qualidade para todos.



As crianças apresentam meu poema: "Chuva no sertão " com musicalização de José Garcia




domingo, 8 de dezembro de 2019

Prenúncio de Chuva-Cajuada Literária Escola Edmo Pinheiro






Prenúncio de Chuva

Fazia tempo não se ouvia
o som vindo do céu
o trovão a nos despertar
para olhar para dentro de nós, e para cima,
de onde provém  todas as bênçãos de vida.
Havia tempo o céu não se acinzentava
pintando de esperança o olhar do sertanejo.
E como quem anseia o verde na paisagem,
o céu pintou nuvens de chuva.
A brisa leve e tênue
trouxe o cheiro dos pingos d' água  caídos na terra,
há tanto tempo, sedenta das águas doces.
O som de um trovão nos aliviou a ansiedade
e bradou pra gente com veemência, a voz celestial:
A chuva vem no tempo certo!
E a lembrança da cantiga das águas lavando o telhado
fica ecoando dentro de nós:
Plinc plonc, Plinc, plonc.

Paula Belmino



Ontem ouvi um trovão, o Tempo mudou, o cheiro de chuva nos invadiu, e depois o vento levou a chuva que caiu aqui perto  no sertão . Daí recebi a esperança e este lindo vídeo da  2ª edição da Cajuada Literária, projeto desenvolvido no bairro de Cajupiranga, em Parnamirim-RN,  especificamente na Escola Municipal Edmo Pinheiro.


A escola trabalhou meu livro: A Menina Que sabe Chover, junto com outros autores que enfocam o sertão, como o livro Ser Tão de Fabio Monteiro , Ana Maria Machado, André Neves e a ilustração de Ivan Cabral com foco no humor sustentável.

As crianças recitaram meu poema Chuvinha Pinga Pinga  do livro A Menina que sabe chover com ilustrações de Francisco Daniel​ pela Editora InVerso​


Fazia uns dias recebi o vídeo do Projeto Rio de Leitura em Parnamirim, e fiquei imensamente honrada pela escola ter acolhido meu nome para representar o sertão, a força do Nordeste, as chuvas de esperança a brotar pela poesia. 



É o prenúncio da chuva que minha menina que sabe chover vai trazendo por onde passa.


Quero parabenizar a toda equipe da Escola Edmo Pinheiro por ter acolhido minha poesia e dizer que me sinto honrada de fazer parte deste Rio de Leitura que move e lava a alma. Não é à toa que é o melhor projeto de incentivo á leitura do Brasil. Parabéns!!
 Me emocionei muito vendo as crianças, as canecas, as latas da água, tudo me fez chorar de emoção!!


Para ver mais:

http://www.riodeleitura.com.br/2019/11/cajuada-literaria-acontece-na-escola.html

*Crédito das imagens Rio De Leitura

Para adquirir o livro: pode ser comprado no site da Editora Inverso https://www.editorainverso.com.br/pagina-de-produto/a-menina-que-sabe-chover

Ou na Livraria Câmara Cascudo

Para pedir com autografo envio mediante depósito. Entre em contato belmino.paula@gmail.com

domingo, 1 de dezembro de 2019

A Menina Que sabe Chover no III Congresso de Conselheiros Escolares



Aconteceu no mês de Novembro em Parnamirim o III Congresso de Conselheiros Escolares com objetivo de debater assuntos que permeiam o conselho como gestão democrática, e afins.
Houve palestras, oficinas temáticas e apresentação de releitura de obras literárias, entre elas o meu livro A Menina Que sabe Chover , pela Editora Inverso


A escola Municipal Costa e Silva levou ao palco seus alunos fazendo a leitura e a releitura de forma teatral com minha poesia.


Maria é consciente, reutiliza a água e rega com esperança a vida.


Planta sabendo que árvore é vida, enquanto afaga a chuva no coração.



Bendita Maria menina. 
É força e esperança no sertão.
Espera a chuva
cuida da terra
e da pouca água que resta.
Ao viajar nos livros da escola,
vê nascer rios de esperança.


Lá vai Maria
chovendo pelo caminho
a água da cacimba
do açude quase seco.
Anda pelo deserto
pingando água.
Busca longe a água 
para banhar-se.


 Maria é consciente,
é dona do mundo,
cheia de bondade,
alma de poesia molhada.


Leva a lata d'água na cabeça e,
de flor adornada,
de pingo em pingo,
junta água
para saciar a sede
sem reclamar de nada.



Sapos em cantoria
Quando é inverno no sertão
os sapos fazem reunião,
tocam tambores,
cantam e celebram a chuva
e com suas cantigas antigas
trazem alegria e vida.

Paula Belmino


A professora mediadora Marizalba Silva junto com o professor de Arte Everson de Oliveira fizeram um excelente trabalho e eu agradeço imensamente, pelo privilégio d elevar essa mensagem de consciência de cuidados com o meio ambiente e com os recursos hídricos de forma poética e lúdica, arte pura.

* Os poemas acima citados, são trechos de poemas do meu livro A Menina Que sabe Chover com ilustrações de Francisco Dam, publicado pela Editora Inverso

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