sexta-feira, 22 de abril de 2011

Dia da Terra





















Cuida do teu lar


Poupa a água


Não polui o ar


Recicla


Reaproveita


Planta árvores


Faz-se amiga dos animais

Cuida do teu lar!


Respeita as leis da natureza


Entende e a abraça


Cuida das flores


Semeia sementes e amores


Ár, fogo, luz


O sol por sobre nós a iluminar


Trazendo energia e vida


fazendo a terra germinar



Alimenta-se de vegetais


Carnes em menor quantidade


Saúde a se instalar


Cuida do teu lar!

Ensina as crianças a amar o verde


A natureza em festa a te encantar.




Paula Belmino




*Pelo dia da terra. Há que se pensar e agir cuidando sempre para um planeta melhor e um futuro aos nossos filhos.



**Fotos de Alice em plena natureza, pois educo para que seja amiga sempre do planeta, respeitando o verde. Fotografia de Laudiane Lira que em breve posto promoção especial pra vcs aqui pelo Poesia do Bem em parceria com a linda fotográfa.












quinta-feira, 21 de abril de 2011

O Real Sentido da Páscoa































Celebrar a páscoa



Família em união.


Refletir a mudança



Nova vida em questão



Recomeço


Amor



Paz e perdão.




Páscoa ensinamento



Família junta a celebrar



Ao Cristo ressurreto


Que vivo no céu está.




Símbolos de bela páscoa


passagem pra um novo tempo



Ovos, coelho, alegria.



Tudo lembrando o sacrifício de Cristo



Pra nos trazer nova vida







Mais que consumo infantil





Ovinhos pela casa inteira





Fantasiando a criança





Aprendendo com certeza.






Páscoa de amor e paz


Celebrando a vida e a fraternidade





Unindo o mundo trazendo esperança





Que seja a páscoa felicidade.


Aos olhos de uma criança







Paula Belmino


**fotos da festa de páscoa de Alice que fiz na escolinha.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Socorro, eu não sei Amamentar!








Todos que nos conhece ou já nos acompanha aqui no blog, sabem da angústia que sinto até hoje por não ter sabido amamentar.








Alice foi desejada e eu programei a amamentação, não comprei chupetas, mamadeiras, queria uso exclusivo do peito...Mas, não foi nada como pensei! Tive pouco repouso, passei ansiedades e nervisismo ao extremo , creio que até um stress de não saber como agir e do medo acumulado que algo saísse errado e assim o leite secou, faltou. Ela chorava e eu me desesperava mais.








Os médicos me diziam pra tomar água, muito líquido , mas até o leite voltar desse NAN, e assim o fiz, porém ao invés de dar no copinho como a pediatra alertou, fui nas conversas de avós e dei na "chuquinha" ai pronto: Alice esperta demais não quis mais mamar. E foi derramado o leite.








Seeu tivesse conhecido a Grasielly Mariano antes quem sabe não tivese acontecido assim. Por isso venho alertar ás mamães, grávidas , amigas leitoras para que conheçam a Grasi e o seu livro, logo em breve lançado:
















Socorro, eu não sei AMAMENTAR!


Livro de Grasielly Mariano


Amamentar não é instintivo? Definitivamente, NÃO! Mamães aprendem amamentar, amamentando... E bebês aprendem a mamar, mamando. Entretanto, esse relacionamento nem sempre tem início tranquilo, o que leva muitas famílias ao desespero. Ter dificuldade para amamentar torna tudo muito urgente, pois os sintomas da mãe ou do bebê desestabilizam a harmonia familiar, deixando os membros muito tensos e dispostos a encontrar qualquer solução mais fácil e rápida - nem que seja oferecer a tão temida fórmula infantil na tentativa de conseguir tranquilidade, aliviar dores, dormir e ter uma falsa sensação de que está tudo bem... Pelo menos pelas próximas duas horas. Um crime!


Um livro-guia escrito por uma enfermeira, consultora em aleitamento materno, mãe de duas crianças, que compartilha suas experiências pessoais e profissionais para ajudar as mais novas nutrizes a amamentarem seus bebês. Escrito em 25 capítulos, o livro traz orientações sobre como proceder se a mamãe for surpreendida pelas fissuras e rachaduras, mastites, bloqueio de ductos, se ela tiver feito mamoplastia, se quiser se preparar para o retorno ao trabalho, se ela tiver uma doença, entre outros tantos assuntos de extremo valor para a família toda, fundamentado na ciência e nas experiências profissionais.


Nunca escondi, e até me sinto orgulhosa de dizer, que me tornei consultora porque me comovi com as minhas próprias frustrações, porque sonhei enlouquecidamente com minha filha mamando até que ela mesma quisesse parar, e tudo parecia jogar contra. Passei inúmeras noites acordada tentando ajudar a mim mesma, chorei, pedi ajuda, ouvia todos os conselhos de “anjinhos” e “diabinhos”, até que finalmente encontrei, de uma forma que eu não imaginava, o tão sonhado “Prazer em Amamentar”.


Grasielly Mariano é enfermeira, consultora em aleitamento materno por três instituições insternacionais, membro pesquisador do Núcleo de Ensino e Pesquisa em Aleitamento Materno da Escola de Enfermagem da USP. Já escreveu muitos artigos científicos na área, os quais foram publicados e apresentados no Brasil e no exterior. Ainda, realiza pesquisas no Canadá e Portugal sobre a temática da amamentação e relactação.


Editora Lexia


Lançamento: Maio – 2011 em São Paulo


Informações: livro@lactare.com


http://socorroeunaoseiamamentar.wordpress.com/




O Livro logo será lançado, e trás experiências, relatos e depoimentos. Eu fui convidada pela escritora também para participar e fico agradecida, pois mesmo não podendo dar o peito por muito tempo, posso incentivar, e mostrar o lado de quem não conseguiu, os erros e assim fazer com que outras mães não passem pelo que passei .




E por falar em livro se você ainda não está participando do sorteio aqui em meu blog, que dará livro para mãe e filho(a) venha se inscrever e participar. Serão duas mães contempladas com os livros de Anne Lieri

terça-feira, 19 de abril de 2011

Alice na TV Cultura Presente não tem preço, tem valor.



















Já foi exibido neste sábado dia 16/04 o programa que a Alice participou na TV record e eu como personagem.


Adoramos.


Confiram a mátéria sobre o ato de dar presentes, a felicidade de quem doa e quem recebe, sobre valores gastos, dicas pra não gastar muito e agradar etc...


Participamos no ínicio e no final, mas o vídeo tem 15 minutos confiram lo kink do programa Educação Financeira e depois me diz: O que achou? e você presenteia muito?





http://www.tveducacaofinanceira.com.br/episodios.asp?IDVideo=TVEF3_Episodio05

E não deixe de nos ver no programa Hoje em dia da Recor dia 22 matéria sobre chocolates

segunda-feira, 18 de abril de 2011

DIA DO LIVRO INFANTIL HOMENAGEM A MONTEIRO LOBATO


São doces os bolinhos da Tia Anastácia

Dá medo as sapequices do saci

A cuca quer pegar Narizinho

E vive enfeitiçando o Pedrinho.



No sítio do pica-pau amarelo

Todo dia é dia de fazer o bem.

Numa viagem ao reino das águas claras

Emília quer ser nobre também.


Pra conhecer o príncipe escamado

Narizinho vira rainha

Emília marquesa


Que boneca mais danadinha.



Casa com o leitão rabicó

boneca espoleta

Depois que tomou vida

Vive numa alegria só.



No sítio do Pica-pau amarelo

Dona Benta conta suas histórias

Encanta os netos

cantando e sorrindo

Vive de glória em glória.



O burro inteligente

Lê sem demora

Contos, cantigas ou versos.

Lá no sítio encantado


Das invensões que Visconde descobre nele


Tudo passa a ser fantástico.



Sitio do Pica-pau amarelo

Aventura e Crianças

Livro cheio de histórias mágicas

Que faz o mundo ser doce feito caramelo com cor de esperança.


Paula Belmino

domingo, 17 de abril de 2011

Domingo no Parque Ibirapuera






Linda Nicole




Hoje eu e mais algumas mães da turma que se inscreveu no evento saída fotográfica com laudiane Lira fomos ao Parque Ibirapuera brincar, sentir ar puro fazer sorteio e deixar o gostinho de boas vindas á pascoa trocando ovos.

Alice adorou brincar com Samara filha da Carla dona da lojinha Menina Cabeluda que faz laços tiaras e afins para cabelos tudo lindo.( Logo mais falo mais sobre ela) e com a Nicole filha de Renata que eu já conhecia desde os tempos da comunidade crescer, mas só virtualmente hoje nos vimos pela primeira vez e foi uma linda tarde.

Dá pra ver pelas fotos?

Essas fui eu mesma quem fez usando minha mais nova aquisição, um sonho realizado: Comprei minha câmera profissional: Uma NIkon D5000 e agora só preciso me especializar hahaahah. Ainda por cima a Laudiane Lira fotografa parceira aqui do blog me deu umas dicas. Tá rendendo!

Digam ai o que acharam?

sábado, 16 de abril de 2011

Eu e Alice no site UOL BOL


Fim iminente da obstetrícia da USP reabre discussão sobre cesarianas no país LIDIANE AIRES Especial para o RROnline* O curso de obstetrícia da Universidade de São Paulo (USP) pode estar com os dias contados. O remanejamento das vagas para outras áreas da instituição e a decisão da reitoria de fundir a modalidade com a de enfermagem geraram protestos por parte de professores e alunos, que elaboraram um abaixo assinado contra o seu fechamento. O fato reascende discussões sobre o número de cesarianas realizadas no Brasil e a falta de estrutura das maternidades na assistência e orientação às gestantes. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, a cesariana já representa 43% dos partos realizados tanto no setor público quanto no privado. Nos planos de saúde, esse número chega a 80%, quando o recomendado, de acordo com Organização Mundial de Saúde (OMS), é que a cirurgia corresponda a até 15% dos partos. “Por ser um evento de risco, o parto envolve hospitais, tecnologia, equipamentos adequados. Tudo isso encarece a assistência, mas os médicos são treinados para a cesariana e essa é a cultura dominante. As mulheres são induzidas a fazê-la”, explicou a coordenadora do curso de obstetrícia da USP, Nádia Zanon Narchi, ao lamentar as mudanças na universidade. De acordo com o médico especialista em ginecologia e obstetrícia Pedro Paulo Monteleone, o alto número de cesáreas realizadas no país é prejudicial à mulher, pois transforma um ato natural e fisiológico em um ato cirúrgico. “A possibilidade de complicações, como hemorragia e infecções, são mais comuns na cesariana do que no parto normal. A mortalidade materna na cesárea é de 3 a 4 vezes maior”, explicou. Mas a falta de assistência no Brasil, em qualquer uma das modalidades de parto, também é preocupante. Segundo o especialista, em países de primeiro mundo, como a Holanda, a mortalidade materna é de 7 a 8 a cada 100 mil nascidos vivos. No Brasil, em grandes centros como São Paulo, a mortalidade chega a 60 por 100 mil. A situação é ainda pior no Nordeste. No Amapá, por exemplo, esse número é de 300 por 100 mil. “As maternidades estão muito pouco estruturadas. A cesárea acaba sendo mais conveniente, pois não existe a correria e os imprevistos do parto normal”, afirmou Monteleone. A pedagoga Paula Belmino, de 36 anos, é exemplo disso. Grávida do primeiro filho em 2004, ela optou pelo parto normal e decidiu ter o bebê num hospital da cidade de Currais Novos, no Rio Grande do Norte, onde morava. Com complicações na hora do parto, Paula perdeu o bebê por falta de estrutura do hospital, que não possuía uma equipe médica capacitada para realizar a cesariana, indicada no seu caso. “Foi um acidente que precisava de uma intervenção, mas eu não estava num hospital com centro cirúrgico. Se estivesse, meu filho teria sido salvo com certeza”, disse. Dois anos mais tarde, Paula engravidou novamente, mas não quis mais fazer parto normal. “Foi tanto medo de que acontecesse novamente, que, apesar de saber que o parto natural seria o melhor pra saúde do bebê, relutei e preferi a cesariana. E se tivesse outro filho, faria cesariana também”, afirmou. A falta de orientação também acaba induzindo as mulheres a optar pela cesárea, pois o parto normal é muitas vezes associado à dor e ao sofrimento. Foi o caso da empresária Gislaine Zorzin Gerin, de 35 anos, que teve seus dois filhos por cesárea. “Nunca defendi um ou outro, mas sempre soube que teria cesárea porque tinha muito medo do parto normal.” A coordenadora do curso de obstetrícia afirma, porém, que riscos existem quando o parto não é assistido. “Até rainhas e princesas têm parto normal”, disse. Para Monteleone, a assistência das obstetrizes nas maternidades é fundamental, pois auxilia as mulheres não só durante a gestação, mas também na hora do parto. No entanto, o especialista afirma que as obstetrizes representam uma mão-de-obra muito cara, o que, somado aos outros fatores, dificulta ainda mais a mudança sobre a cultura da cesariana. Além disso, médicos e familiares preferem a cesariana por ser mais cômoda e evitar imprevistos inerentes ao parto normal. “A vantagem não é só financeira, mas profissional. O médico realiza o parto com data e hora marcada, ou seja, fora do horário do consultório e do período de lazer. Também fica mais fácil de montar a equipe. Já para a mulher é a mesma coisa, a cesárea é vantajosa do ponto de vista social. Ela marca e avisa toda a família, como se fosse um batizado”, explicou. Apesar da dificuldade em mudar essa cultura, ainda há quem prefira o parto natural, como é o caso da assistente administrativa Gabriela Gomes, 26, que optou pelo parto normal e contou com todo o apoio dos médicos para isso no nascimento de seu primeiro filho. “Não concordo com a banalização da cesárea, acho que este tipo de procedimento só deveria ser feito em caso de extrema necessidade. O parto natural é infinitamente melhor para a mãe e para o bebê em diversos aspectos”, afirmou. Para os especialistas, no entanto, mudar a cultura da cesariana e fazer do parto normal um evento natural é algo que está longe de se concretizar. “É muito difícil, mas a gente não pode desistir”, concluiu Monteleone, que já realizou diversas campanhas em favor do parto natural. O fechamento do curso de obstetrícia da USP ainda está em discussão. Mas um relatório divulgado pela Escola de Artes, Ciência e Humanidades (EACH-USP) afirma que a procura pelo curso vem caindo gradualmente e não há reconhecimento do profissional de obstetrícia pelo Conselho Enfermagem (Coren) em função da diminuição de partos naturais.


*Esta reportagem foi produzida por aluno do curso de jornalismo da Universidade Metodista de SP para o portal RROnline


http://noticias.bol.uol.com.br/educacao/2011/04/12/fim-iminente-da-obstetricia-da-usp-reabre-discussao-sobre-cesarianas-no-pais.jhtm