quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Salada de Frutas: Dica de Livro



Toda mãe quer ver seu filho saudável, se alimentando bem e nesse mundo industrializado e cheio de dicas e produtos prontos, a mídia e as propagandas patrocinadas por empresas alimentícias e Fast Food estão sempre prometendo prazer na hora de se alimentar com produtos em nada saudáveis e longe do natural.
Pensando nisso a nutricionista Maybe Cristina criou um livro para incentivar o hábito saudável de comer frutas, legumes, hortaliças e alimentos mais saudáveis ajudando aos pais a consciência do que é bom para a saúde.

A dica do livro de hoje é:

Salada de Frutas que conta a história da Marianinha, uma menina que não gostava de comer frutas, fato comum entre as crianças atualmente
O livro mostra que as frutas, além de saborosas, desempenham papel importante na nossa saúde, desmistificando que tudo aquilo que faz bem, não é gostoso.

Marianinha após machucar-se e ficar presa no pomar de sua casa, descobre que cada fruta traz consigo importantes funções: saciar a fome, a sede e até mesmo ajudar a sarar um machucado. A estória tem como objetivo principal, incentivar, sem preconceito, o consumo de frutas nas crianças de forma lúdica e divertida.



Mais amor, menos doces
Mais cor, menos algodão 
Mais leitura, menos alienação
Mais livros, liberdade de montão
Mais frutas, muito mais saúde
Menos comidas prontas
Mais prazer na hora de preparar
Criar seu próprio prato,
Na cozinha se especializar
Ler, comer comida saudável
E a vida feliz viver
Comemorar!

Paula Belmino




O livro tem um história leve e divertida que estimula o consumo de frutas pelas crianças, no meio da história, dinâmica, com boas ilustrações,  Rap e duas atividades para continuar a brincadeira. 
O livro custa R$ 20,00 com frete grátis para todo o Brasil e vai autografado no nome da criança.
É uma ótima dica para a Páscoa, pois o livro participa da campanha ‪#‎maislivrosemenoschocolate‬ já que na páscoa as crianças acabam ganhando muitos doces.

Uma forma de presentear e comemorar a páscoa de forma diferente e consciente com mais livros que torna as crianças livres e menos doces. 
A venda é feita diretamente com a autora Maybe , nutricionista e  consciente do quanto as crianças tem se alimentado mal e principalmente por  incentivo da mídia e  das propagandas que instigam o desejo de consumir doces e produtos industrializados, e também por culpa dos pais que  por vezes não tem a boa orientação de ajudar seus filhos a se alimentarem melhor
Entre em contato e adquira logo o seu:
maybenutry@hotmail.com

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

A poesia esta na mesa


Vamos viver poesia?

Ler e comer?
Mergulhar a alma nas letras e na alegria
Fazer real a poesia
Com versos, ingredientes, aprendizado
Lamber os lábios de prazer
Poesia, arte
Receitinhas no fim de tarde
São presentes de quem gosta de ler.

Paula Belmino




Poesia é arte, é música, é alimento para alma, é momento vivido, delícias e sentimentos, expressão do corpo, aquilo que fala os olhos, o que alma canta sem saber porque.
Poesia é interação com a natureza, loucura, movimento, laço e abraço.
Saúde para os ossos, caminho para o conhecimento, pressa de sair voando, poesia é água que sacia a sede e comida que farta o coração.
é assim que sentimos poesia e queremos mais que sentir vivê-la, mais que entender versos e rimas, mais que saber diferença entre gêneros textual, ou conhecer o cenário e a vida dos personagens citados nos versos, fazer a poesia viva, que gira, que caminha, que se movimenta em nós em todo tempo. Ser poesia, comer poesia viver a beleza dos mais ternos versos de amor.
Recebemos um livro lindo aqui em casa: A poesia está na mesa da autoria de Rita Nasser e Tatiana Bianchini que trás em suas páginas, poemas de criar e que remetem os sentidos ás lembranças e cheiro de bolo da casa de avó, além de belas ilustrações em poemas e   receitinhas fáceis para a criança poder desenvolver seus gosto culinário enquanto ler.
Um livro mágico que flui em sentidos e lembranças e aguçam o desejo de se alimentar de forma saudável, como no tempo de nossas avós criando receitas e provando , lambendo a tigela, amassando a massa do pão.
Uma brincadeira com as palavras, sentidos, sensações, lembranças de infância e um incentivo para toda família ler e colocar a mão na massa, ou seja fazer poesia, afinal ela é tocável e sentida pelos poros.
Por fim ainda há uma parte no livro que deixa espaço para a criança interagir escrevendo suas próprias receitas e interações com o alimento-poesia . Um prazer de ler e criar.
Alice e a prima Hadassa de 4 aninhos que é louca por livros, leram, se encantaram e claro foram pra cozinha preparar um Shake Frozen pra comemorar a tarde juntas, e dão a dica de livro de hoje:
Assistam ai, uma graça só:



Para conhecer mais do livro curtam a página no facebook

https://www.facebook.com/apoesiaestanamesa/?fref=ts


Bom apetite!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Tua Mão na Minha





Mais um conto de amor, uma história para ler vivenciando cada sentimento, cada passeio, voar no passado, no presente e na poesia fazer a ponte entre sensibilidade e alma, sonho e realidade, vida e dor, pois que a morte é presente e sempre nos prega peças, deixa marcas, leva de nós o que amamos.
Recebemos o livro Tua mão na Minha de Elói Bocheco que foi mais que uma breve leitura, é alimento, é comer palavras e sentimentos, é revirar a mente do avesso e se fazer nessa história doce poesia inspiradora.
Ao ler essa linda história minha alma e minha Alice viajamos com a menina Dúnia, personagem principal do conto, que de balde na mão vai fazer os mandados da mãe, carregando água do poço, inventando histórias, conversando com os bichos, sentindo a brisa de leve no rosto, atenta á natureza em festa, sempre feliz a brincar, catar pedrinhas, deixando a água do balde derramar-se na terra quente, fazendo canoa de folhas e navegando no rio, enchendo os cabelos de peixes coloridos.
Ler faz relembrar, viver, voltar ao que se viveu recordar... Recordei então que eu assim como a menina da história também andei muito por estradas de terra aqui na minha cidade durante a infância tanto com minha mãe, como sozinha a caminho da casa de avó, na minha delicada fragilidade de menina, amada e a neta preferida e primeira da avó, minha mãe que criava para a mãe verdadeira trabalhar de dia á noite sem parar. Eu vivia assim como Dúnia ás voltas pelo quintal , brincava com folhas, flores, pimentas, não havia rio, no fundo do quintal uma lagoa com garças e pássaros a voar, a cantar, e no quintal um poço fundo onde maribondos pousavam, cachorros d'água e cágados viviam a nadar. Do poço também carregávamos água para ajudar a lavar roupa, limpar a casa, tomar banho.
Do quintal da avó, trago doces lembranças: o cheiro de café fresco pilado e torrado no terreiro, terreiro esse que era enorme e eu assim como Dúnia fugia para não varrer, pois gostava mesmo de imaginar, de voar nas histórias que meu avô contava ao pé da cama. Ele balançando a rede com os irmãos mais novos todos dentro a dormir, e eu, a menina franzina de conto e conto a se encantar, sonhar, ser feliz.
Um tempo de paz, de flor, de sonhos e quimeras, nascentes para aquecer um coração que se pusera a chorar... De saudade, do quintal, dos pássaros, do colo da avó, da voz doce que me falava, dos cafunés que como na palma da mão Dúnia e a mãe viviam a brincar... Da mão de minha avó lembro os cafunés, o cozer ( simpatia para nervo triado) quando machucávamos o pé, o braço, ela era procurada para fazer as simpatias e benzedeiras, o cozer com flor de mato, agulha e linha dizendo no seu linguajar popular construído na cultura em que vivera.
Ela perguntava: - O que é que eu cozo?
A gente respondia:
Carne triada, nervo rendido e osso torto.
E assim cozia dizendo em oração:
- Com o poder de Deus e de São Virtuoso tudo isso eu cozo!
E assim a dor passava, os nervos se curavam, o machucado desaparecia, sem médico, sem remédio, só a mão suave e a fé, a voz doce e crente, e a presença constante e milagrosa que nos acudia com carinho e afeto em panos quentes.

A história de Eloí Bocheco, trás à tona todo romantismo e poesia escondida na alma de quem viveu o amor, o viver ao lado da pessoa amada e a perdeu e agora guarda nas memórias o afeto e a saudade que nada mais é que a eternidade ramificada no corpo e alma de nosso ser
A história: Tua mão na minha é toda minha, nela me vi, me retratei, emoções a navegar, fui lida pela autora tão distante e sem nenhum conhecimento de minha vida, mas é esse mesmo o papel importante da leitura e da escrita, visitar histórias, mover lembranças, verificar sentimentos e torná-los registros de belas histórias e cenários.
Dúnia nesse conto lindo de Eloí sofre uma grande perda, a mesma dor que vivi quando menina, a primeira perda do avô maravilhoso que tive, e me trouxe o triste silêncio de não mais poder ouvir histórias encantadas, o afago e o carinho ao tom de cantigas e canções, e tempos depois a triste perda de minha avó, que silenciou como passarinho, sem sofrer, sem dar adeus. Apenas partiu e no céu foi morar, deixando no nosso coração uma memória afetiva eterna com tanta coisa para lembrar
Hoje vó Sebastiana é um pontinho no céu, uma estrela singular, a mais brilhante, um pássaro a cantar... Como a mãe de Dúnia, uma luz, um reflexo no firmamento
A voz suave e melodiosa, que cantava as mais lindas canções de ninar, agora do alto com os anjos junto com a mãe de Dúnia, as duas com tantas outras mães e avós, velando pelos seus com estrelas a plantar, com aves do céu a pastorear.
Este conto é simplesmente: Uma poesia na minha lágrima!
E a saudade no meu olhar!

Paula Belmino


Para saber mais do livro:

Em uma antiga brincadeira infantil, a menina Dúnia encontra um modo de elaborar a dor e o desamparo de uma grande perda. Descobre que pode continuar brincando o jogo infantil que aprendera com a mãe que partiu. Brincaria pela mão da avó que transmitira a brincadeira à família. A personagem tira do imaginário o ponto de apoio para continuar caminhando, porque a vida e o jogo "Tua Mão na minha" continuam, apesar de tudo.
Uma história sobre o poder de cura das palavras brotadas da imaginação e dos afetos. ( quarta capa)


TUA MÃO NA MINHA
Autor: Eloí Elisabete Bocheco
Categoria: Infantojuvenil
ISBN: 978-85-60967-48-3
Comprimento: 27 cm
Largura: 21 cm
Peso: 0,175 kg
Número de páginas: 28
Conheça mais da autora
Visite e curta sua página https://www.facebook.com/sbocheco/timeline

























Eloí Elisabete Bocheco é formada em Letras pela Universidade de Passo Fundo-RS e pós-graduada em Alfabetização e Metodologias de Leitura. Atuou como alfabetizadora, professora de Língua Portuguesa e Literatura, trabalhou como animadora da biblioteca escolar, foi coordenadora do ensino de língua e literatura, dentre outras atividades ligadas ao ensino.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Dia mundial do gato



Gatinho danado
Que enrola o novelo de lã da avó
Sobe na estante, dorme no sofá
Sempre busca onde se esparramar
Esguio e astuto espia tudo ao redor.
Pula a janela
Dá de ares à conversa fiada
Só quer dormir o dia inteiro
Pra noite sobre o telhado
Fazer pra lua uma serenata
Gatinho manhoso
Quer colo e carinho
Ronrona delicado
Pede afago e beijinho 
Não deixa um ratinho passar desconfiado
O aquário? cuidado!
Gatinho sapeca dorme com um olho  aberto e outro fechado
E se se descuida 
Era uma vez um peixinho dourado!

Paula Belmino

Essa é nossa poesia em comemoração ao dia mundial do gato, que por aqui fazem a festa no telhado, entram no forro do quarto, miam á noite no cio pra lua, brincam, catam besouros no jardim e atrás da Alice miam sem fim. 
Além da poesia trago as roupas da Elian coleção tropical 2016 com print dos felinos mais amados do Brasil.
A Elian está sempre envolvendo temas da natureza  e estampas de bichinhos fofos para incentivar as crianças a conviverem em paz com a natureza e aprenderem a cuidar e respeitar os animais, afinal somos todos responsáveis pela promoção da vida e a plena consciência de cuidar do planeta.
Confiram só:





Alice usa Elian

Para conhecer a coleção completa:  http://www.elian.com.br/

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Autonomia na hora de se Calçar





Calce com cuidado
Destreza e rapidez
Autonomia para as crianças
Autoconfiança, altivez
Independência para calçar e descalçar 
Correr, brincar, ser feliz
Calce fácil da Pé com Pé
Pra criançada pedir bis.

Paula Belmino



A linha Calce Fácil da Pé com Pé traz para as crianças toda proteção nos produtos feitos com carinho e dedicação, usando matéria prima de ótima qualidade, com base nas normas da IBetc, além de coloridos, projetados para que até as crianças pequenas possam ter autonomia para se calçar, são leves, bonitos e delicados.

Alice usa Conjunto Look Jeans
Gladiadora Pé com Pé

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Peview Look Jeans Inverno 2016




Mistura de estilo
Conforto , beleza, alegria
Cores ternas e fortes
Carinho e afago
Estampas de bichinhos
Muito jeans, listrados, xadrez
Peças aconchegantes
Pra mandar o frio embora de vez.

Paula Belmino

Esta é nossa inspiração para mostrar a prévia coleção Outono Inverno 2016 da Look Jeans
Logo mais novidades mil por aqui!


Sobre a coleção:

Look Jeans se renova a cada temporada, suge­rindo novos estilos, materiais, estampas e deta­lhes que dão vida nova para a moda bebê, infan­til, juvenil e teen.

Para o Outono Inverno 2016, a Look Jeans
aposta mais uma vez no imaginário infantil, com temas como: Secret Garden, Lúdico Polar e Mis­celanea das Tribos.

Todas essas propostas foram desenvolvidas a partir de desfiles, viagens, feiras e pesquisa de rua. A partir daí, cruzamos essas varias referên­cias e desenvolvemos nossa tendência para tem­porada Outono Inverno 2016.
Para conferir o catálogo 

http://lookjeans.com.br/site/catalogo/inverno/#page-11

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Pequenas bolhas e a contribuição do brincar



Bolhas, queridas bolhas
Levam meu riso pelo ar
Leve flutuando
A paz vem em minha tarde instar.
Bolhas
Amigas bolhas
Borbulhando inspiração
Explodem em sorrisos e gargalhadas
Aproxima o abraço ao coração.
Bolhas
Pequenas bolhas a fluir
Pra alcançar o céu
Invadir meus sonhos
E em alegria se fundir.
Bolhas flutuam, leves voam,
No espelho dos olhos da menina
Delicadas bolhas a reluzir
Bolhas, mágicas bolhas,
Trazem meu amor dentro de si.
Paula Belmino

Brincar é a principal linguagem da criana e brincando ela fantasia, repertoria e cria novas maneiras de se comunica, se expressar e resolver seus conflitos internos, aprendendo a ser espontânea e refletindo suas práticas para com o meio e para com o outro criando novos relacionamento e apertando os laços da amizade. Brincar com bolhas de sabão é a mais simples das brincadeiras e nem precisa quase que nenhum custo, basta um pouco de água e sabão, um arame e muito fôlego e disposição, com as bolhas a crianças desenvolve habilidades motoras ao correr, saltar, compreende espaço e lateralidade, precisa medir o impulso de soprar rápido e forte, devagar e suave e vai compreendo noções da física e da matemática.Além de outros benefícios como os exercícios dos músculos da face que proporcionam melhoria na fala, e para a criança cantar, se expressar oralmente, e transparecer a felicidade no olhar.
Uma única bolha, leve, que voa e na sua beleza e simplicidade inúmeros benefícios para não deixar as crianças à toa.
Alice e Hadassa brincaram muito com suas bolhas.

Alice usa Elian