sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Polícia Mirim









Polícia Mirim

Cidadania
Respeito à Pátria 
aos valores éticos
na promoção da infância.
Com objetivo de preparar para a autodisciplina
para as boas escolhas
Valorizando o desenvolvimento da criança.
Com ordem e decência
Saber ser amigo 
da natureza, da vida, do outro.
Companheirismo, solidariedade
e espírito de empoderamento
para ser exemplo.
Buscar a paz na sociedade
livrando os jovens do caminho do mal.
Polícia mirim:
Um projeto educativo social
que visa a promoção da vida, e do bem estar
oportunidade de aprendizagem
onde todos são tratados de forma igual.
Liberdade de escolhas
esporte, lazer,
estudo voltados para a boa educação
música, arte, meio ambiente e do saber viver.
A poesia do bom relacionamento
com todos para direitos e deveres obedecer.

Paula Belmino

E o grupo de Polícia Mirim fez bonito aqui na nossa cidade e nas cidades vizinhas seguindo a tradição do desfile cívico da independência.
As mais de 60 crianças participantes, entre elas minha Alice demonstraram garra e dedicação ao que foi aprendido durante os meses de preparo com os instrutores Vagner, Geonardo e Thiago.

Hino Nacional- Desfile cívico Lagoa Nova



Desfile na cidade de Currais Novos


E ainda na data de hoje se apresentaram na cidade de Equador/RN








Conheça  o Projeto:








Em princípio, a execução do Projeto Policiais Mirins  visa atender 60 crianças (homens e mulheres), na faixa etária de 10 á 15 anos, tendo o seu aumento gradativo a cada ano, nas mais diversas áreas do conhecimento humano, com uma carga horária de 950 horas/aula, correspondente a 03 (três) anos de duração para cada criança ou adolescente
Participante, com titulação conferida no final de cada ano cumprido, observando-se questões como disciplina, relações humanas, ética, cidadania e exemplo de vida.

Enfim, esse projeto busca proporcionar as crianças envolvidas nessa proposta, momentos de reflexão e aprendizagem, uma vez que se pretende também preparar, juntamente com a família, escola e sociedade, crianças e adolescentes na esfera social, permitindo que os mesmos possam ser integrados no meio ao qual estão inseridos, sem discriminações, limitações e exclusões relativas ao nível social em que se encontram, bem como prepará-los como agentes multiplicadores através do bom exemplo, na busca por uma qualidade de vida capaz de dar a todos os mesmos direitos e deveres.

Durante os três anos do programa, as crianças receberão instrução nas áreas sócio-educativas e culturais, como direitos humanos, cidadania e higiene pessoal, além de ações preventivas, técnicas para iniciação musical e artes cênicas. O esporte também faz parte do currículo do projeto, assim como ações de geração de renda como reciclagem de papel e confecção de instrumentos musicais. O acompanhamento do rendimento escolar do aluno será o ponto primordial, tendo em vista a realização de o referido projeto acontecer no contraturno, e o aluno estar sendo monitorado pela equipe escolar.

Fonte: 


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Espelhem-se na Natureza




Deixem em paz a natureza
e nela se espelhem
em silêncio.
E nesse tempo encasulado
vejam a primavera germinando
as árvores trocando suas folhas
os besouros e bichinhos em festa.

Deixem-se conduzir pela paz
das manhãs de sol acordadas
ou de chuva fina, banhadas.
E quando tudo for nublado, ainda assim,
a vida brota e colore-se de afeto
na alma dos botões de flor
 ansiosos de luz.
Na solidão
murmurando amor  dentro de si.

Deixem que a natureza seja reflexo.
A página escrita num exemplo
de perseverança e paciência.
E quando, enfim, 
as borboletas chegarem rompendo o casulo
de um tempo novo 
verão que sempre se plantou esperança e fé
as flores que enfeitam vossas manhãs.

Paula Belmino

Poesia inspirada em nosso ensaio em parceria com a Bugbee e Look Jeans que sempre se voltam aos cuidados com o lúdico, e com o meio ambiente, numa proposta de incentivar o contato das crianças com a natureza a brincar e saber respeitar a diversidade da flora e fauna.
Sempre que vamos fotografar a Alice permitimos esse contato, de um olhar atento ao redor, aos bichinhos do chão, a uma borboleta que passa, a uma árvore que se espalha e dá sombra. Criança na natureza aprende a cuidar e proteger.

Um pouco mais de nosso ensaio:







Alice usa:

T-Shirt e Bolero Bugbee
Calça Jeans Look Jeans
Tênis Pé com Pé

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Moscas e outras Memórias (Dica de Livro)




Sempre é possível aliar leitura, cuidado, amor, afeto, resgate aos boas lembranças, porque lendo também construímos memórias afetivas de ótima qualidade que nunca irão se perder no tempo.
A leitura é a marca que ficará para sempre no coração e nas lembranças.
Sempre que posso preparo a mesa do café para Alice com um carinho a mais, sem ser preciso ostentar ou mostrar os tipos de alimentos quase raros de nosso cardápio, mas sim incentivando a ela a se alimentar com uma fruta, coisa que não gosta muito pela manhã, e nessa hora oferecer-lhe um livro para ir vendo, sentindo enquanto alimenta o corpo, saciando a alma que é faminta de afetividade e ânsias de cultura e arte.
Hoje uma flor de fruta, uma xícara de café com leite, e soldas (biscoito doce caseiro e artesanal, feito á base de ovos e farinha de trigo, que também pode ser preta com rapadura, canela, cravo, mel e e gengibre) Assim um alimento típico de nossa região e ela vai forrando o estômago e a alma.


O livro Moscas e outras memórias escrito por Eve Ferreti e ilustrado por Fabíola Werlang pela Editora Aletria é do tipo que se mostra terror à primeira vista, apresentando personagens esquisitos, coisas que dá nojo como uma menina que adora brincar com minhocas, uma tia que devido a perda do noivo deixou de tomar banho, mas á segunda olhada é um texto fantástico e excêntrico com incentivo à curiosidade.


O narrador é um menino que começa contar nesse livro , uma espécie de album de família que é sua avó que adora lhe levar para passear na praça, lá ela fica imóvel e só se mexe para matar as moscas que pousam nela e no neto e junta num vidro e leva para casa,
Outra personagem esquisita é uma tia rica que ele nunca viu, mas que todos gostam de contar da boa sorte, pois a tia vive viajando e manda muitos cartões postais, mas parece mesmo que a tia nunca viajou a lugar algum a não ser pelos livros, informação essa que não aparece no texto, mas que as imagens vão denunciando e cabe ao leitor apurar, interpretar, pois imagem verbal e não verbal aqui se misturam e brincam com o leitor.
Além da tia Anne que nunca deixa o menino brincar pois tinha medo que ele se machucasse, ela ficou assim depois do acidente do noivo e parou de tomar banho.
Ainda há histórias de amigos da família , como Edílio, um vizinho que vivia arrumado de forma impecável como sua mãe queria


Ao mostrar a capa na escola as crianças logo pensavam que era contos de assombração, mas foram percebendo que as pessoas da família do menino que narra a história tem manias e costumes esquisitos como todos nós, e que cada um precisa saber compreender as pessoas como elas são.

O livro faz a gente refletir e olhar mais a quem vive ao nosso lado e por vezes é excluído, é deixado de lado, pelo fato de hábitos estranhos, ou por viver no mundo da lua.
Ler ajuda e muito nesse processo de compreensão do outro, na empatia, no valorizar as pessoas e se colocar no lugar delas, e se não se pode ajudar, ao menos dar-lhes a chance de ser feliz, com amor, amizade, um olhar diferenciado.
E é por isso que esse livro veio pra mesa do café da manhã da Alice, porque nem tudo no mundo é conto de fadas , há luto, dor, perdas, vazios... Há esquisitices por ai afora e até dentro de cada um.
Moscas e outras memórias é ilustrado como um álbum de família, onde a ilustração conversa com o texto, em tons terrosos de forma poética que comove e dá ao leitor inúmeras maneiras de interpretar e compreender a história.
Possibilidades essas que faz do livro um texto rico cheio de ficção e terror, que por vezes, chega a ser engraçado e não passa de saber olhar com cuidado os detalhes da vida, de cada pessoa.

Na escola as crianças leram, refletiram, e foram incentivadas a buscar nas suas memórias as esquisitices de seus pais, avós, depois criaram um album seriado com essas manias e ilustraram, deram muitas risadas das boas lembranças

Vejam só:













E ainda teve apresentação dos trabalhos com as entrevistas que as crianças fizeram com seus avós, fotografias, curiosidades que elas pesquisaram em fotos e outros registros as mudanças nas roupas, brincadeiras, costumes e hoje apresentaram na sala para os outros alunos.


Uma aula rica de conhecimento e aproximação da família!
As crianças citaram por exemplo: a brincadeira bandeirinha, que elas hoje não brincam
O uso de roupas bem compostas, com babados,aviamentos e que se chamava fazenda o tipo de tecido  que as avós compravam na feira e eram elas mesmas quem faziam as roupas.
Outra aprendizagem foi sobre a fotografia, antes em preto e branco e muito difícil de se fazer, além de serem reveladas.


Aula maravilhosa com mediação de leitura 

 Para saber mais e comprar o livro:


sábado, 2 de setembro de 2017

Apenas uma canção pra mudar o mundo




Eu quero escrever uma canção
com acordes harmônicos
que exaltam a natureza,
a melodia que fala de sonho 
o som do amor a enaltecer a vida.

Uma canção 
para a alma dançar
e cantar aos quatro ventos.
A doce melodia da lágrima rolando 
quando os sentimentos eclodem dentro do peito.

A canção em dó maior
de toque audível dentro da mente
a ecoar lá na razão 
do que não sente mais compaixão
e ser suave ritmo, a voz que transforma,
a canção que cura.

... Dura pena é não sensibilizar-se à música
e render-se à sutileza da poesia!

Entoem a canção antiga!
a nova e bendita
que rasga o verbo do amor.
Cantem amiúde o som do céu 
direto do anfiteatro da luz
e mudem as almas tolas
que produzem o ódio e o rancor!

Alcancem os corações de pedras
e quebre-se toda frieza!
queremos ouvir a voz da poesia
a doce e lúdica canção.
Faça-se música bendita nos corações!

Quero escrever a canção 
que fala de vento e ternura, 
que eterniza o amor brando e aquece
as almas frias com emoção.
Música terna a romper as barreiras, 
e nas faces duras fazer sorriso
e lá no fundo da alma
ser apenas...

Notas de paz!


Paula Belmino

Poema dedicado ao artista, amigo, professor e músico Francisco Aprígio que vem fazendo um trabalho lindo de incentivo à arte e música, com iniciação musical ensinando as crianças a tocar flauta doce e violão. O grupo primeira nota de flauta doce do qual a Alice participa tem apenas três meses e brilha, é  motivo de amor e orgulho, pois  desenvolve habilidades e capacidades nas crianças , educando, aumentando a auto-estima, desenvolvendo a inteligência musical e tantos outros benefícios.

Deixo aqui o vídeo do grupo com o professor se apresentando em minha escola e deixo a vocês dizer e sentir qual importância tem este trabalho de amor



Levando Poesia à Escola Manoel Belmino




Fomos levar poesia
plantar sementes de esperança
cantar a melodia do sonho
adentrar novos corações
e conhecer novas terras.
A cada escola visitada
um cantinho, 
boca a boca,
o inatingível do ser, que só a poesia pode conhecer.

Olhos nos olhos
a palavra recitada, brincante
lida, encenada junto com
a multidão de sentimentos de desejo e boa sorte:
a educação a mudar as gentes,
a poesia a sensibilizar 
e tecer novos caminhos
dentro de cada coração ansioso.
Em cada criança, em cada um dos familiares
regando com  fé  a certeza de um dia novo.

E fomos levando poesia á escola Municipal Manoel Belmino que por sinal é meu sobrenome, e fica na zona rural da cidade de Cerro Corá, a convite da bibliotecária Maria Altiva que está com um projeto de incentivo à leitura está arrecadando livro para o acervo da escola.Além de recitar, ler e brincar com as crianças, também fizemos nossa doação, livros da Editora Paulus, que recebemos de uma amiga em Natal, para ir semeando poesia e livros onde por aqui precisa.







Ainda divulgamos nosso trabalho no livro Bem Poesia pela editora Delicatta 
E a antologia Casa da Poesia, entre outros






Ainda encontramos por lá o professor de música de Alice, Francisco Aprígio, que nessa escola é supervisor, e claro convidou a Alice pra tocar flauta doce com o grupo, ela prontamente aceitou, pois está amando mexer os dedinhos e ouvir o doce som da flautinha:


Assistam:


Alice tocou e cantou, eu li, e deixei uma homenagem em forma de acróstico ao homenageado na Feira Literária O Padre Ônio Amorim Caldas




A escola promoveu diversas apresentações culturais sobre o folclore, e foi uma tarde linda  cheia de poesia, arte, cultura e conhecimento popular com dramatizações, apresentação de parlendas com os alunos de todas as turmas.

Fica aqui o pedido de ajuda na doação  de livros para essa linda escola Manoel Belmino, (nome de meu pai) que logo mais estarei voltando por lá!

Conheçam a página clicando na imagem