quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Mais que presente







E chega em breve o Natal, tempo de amor, de luz de presentes ...
Mas não é preciso presentes caros, arranjos dos mais bonitos, vale mesmo é ser presente na vida da criança, dos amigos...
Vale presentear com generosidade,
Olhar o outro com olhar de amizade e solidariedade
Doando atenção, passando mais tempo junto e colocar a conversa em dia, longe das redes sociais, face a face, olhando nos olhos, mão entrelaçadas, abraços e uma porção de carinho.
Vale a pena investir em presentes que simbolizem a amizade, a escrita das cartas de amor já tão em desuso , um cartão artesanal, uma árvore de natal enfeitada com fotografias antigas e doces lembranças de momentos vividos juntos!
Vale um tesouro um dia presente com seus filhos para brincar, curtir a natureza, fazer biscoitos e bolos, passear de bicicleta, ler uma boa história, rir até não poder mais!
Mil beijos e abraços calorosos, sorrisos e gargalhadas...cócegas, jogos de adivinhar, soltar bolhas de sabão e repassar ás crianças brincadeiras antigas que vier na imaginação
 Ser o presente que nunca mais se esquece!
Vale mesmo estar presente na vida de alguém á um presente caro recebido para substituir uma pessoa ou um sentimento ausente.

Paula Belmino



Para pensar!

E na ilustração de nosso pensamento do dia lindas imagens de nosso ensaio em parceria com algumas marcas parceiras feito pela talentosa fotógrafa Camilla Bandeira 

Créditos:
Alice usa: Calça, blusa e jaqueta Look Jeans, tênis Pé com Pé
Eu uso Lecimar
Papai usa: Calça Bivik Jeans camisa Dudalina

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Dia da Família e a Gente no Jornal para comemorar!


Família...
Lugar onde a gente pode aprender valores e crenças
Porto seguro, ponto de luz, caminho certo
Instituição de aceitação
Berço para a paz
Primeiras experiências e diálogos
E vai o homem se constituindo em pessoa de bem
Se no seio da família vive a bondade e dias de alegria
De compreensão e ensinamento.
Família, braço de Deus para direcionar ao amor!

Paula Belmino

E hoje é dia da família:
Instituição mais importante em nossas vidas, onde nos formamos e nos educamos, aprendemos valores e crenças, onde nos firmamos e criamos o caráter e nos tornamos pessoas com costumes e cultura. onde se lapida talentos e amor. Família instituição que Deus criou para gerar mudança, esperança, para fazer laços de afeto e de paz.!

E você quanto tempo dedica aos seus filhos, á sua família, o que tem ensinado, que valores tem repassado, que crenças tem construído, o que de bom aprendeu com seus pais e tem deixado para seus filhos?

E para comemorar esta data importante estamos no jornal Folha Universal edição 1234 em todas as  igrejas Universal do Reino de Deus em todo país e do mundo.
Adquira um, leia e guarde a gente no coração!
Para ler na versão virtual

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Um olhar sob o sertão






Sob o sol que castiga o sertão
Quando a chuva é escassa
As plantas tremem secas ainda há as que resistam ao extremo calor
Há  a beleza da vida, que se abre em vertentes de esperança
Lutando contra toda profecia de anciãos 
A chuva se demora no céu imensamente azul
E nada ofusca o brilho do astro maior
Mesmo quando tudo parece silêncio
Se ouve ao longe o piar do gavião
O urubu a grasnar ansiando morte há ainda vida
E no que parece seca e solidão
Se ouve também o som do carcará
Que sobrevoa os umbuzeiros que germinam frutos
e brotam vida no lugar
Há flores que se abrem
Mandacarus a florear
Colorindo o olhar
O juazeiro é sempre verde desmentindo a seca do lugar
E o sertanejo com seus animais vaga pelo sertão
A brincar com mocós e gatos-maracajás
Já em extinção devido a caça
E a falta de proteção ambiental
Sob o sol castigante do sertão
Nem tudo é seca, não há feiura
Existe beleza para quem sabe olhar
Há paz e vida de forma teimosa que sabe se enfeitar
assim como os calangos a mudar de cor
Plantas se despem pra no tempo de inverno enverdejar
No sertão a vida é extremamente pura e forte
Luta dia a dia , sol a sol a prevalecer
E assim produz no sertanejo sonhos de alegria
Logo que se começa a chover.


Paula Belmino

Essa é nossa inspiração em mais uma parte de nosso ensaio com parceria da Look Jeans pelo seridó Potiguar. Descemos a serra de santana e fomos observar pequenas memórias do sertão, sons de pássaros do lugar, plantas da região, costumes do sertanejo, o chão duro a implorar água e cactos e palmas a se disfarçar de verde guardando água em seu interior, lugar bonito e cheio de vida enquanto quem não sabe e não consegue ver só imagina ser má sorte e morte no sertão nordestino. Confiram mais de nosso ensaio em parceria com a Look Jeans e a Pé com Pé





Alice usa:
Jardineira e blusinha Look Jeans
Laço Gumii
Cinto acervo
Agradecimentos á Pousada do Cruzeiro onde realizamos as fotos

domingo, 6 de dezembro de 2015

Domingo Literário com Frederica a Galinha do Pé Azul



Instigar a imaginação, deixar a criança se colocar com suas ideias, exprimir suas intenções literárias e fazer suas apreciações da leitura apoiada nas imagens e em conjunto com questões que o adulto leitor pode ir inferindo em informações lúdicas para construir juntas a habilidade leitura. Um conto a quatro ou seis mãos, em roda de leitura, em grupo, sem pressão!
 Foi assim hoje pela manhã , um domingo literário com o livro que recebemos da Maria Cininha: Frederica a galinha do pé azul. A Alice recebeu a visita da priminha Hadassa de 4 aninhos que adora livros e cria suas próprias histórias baseando-se nas imagens, e do primo Amós (10 anos ) e juntos fomos lendo, interpretando, internalizando informações acrescentando palavras, indagando e relacionando com as poesias que falam da mesma cor amarela da galinha da história, a poesia Flor amarela de Cecília Meireles que a Hadassa já é familiarizada e fomos falando de cores, de natureza, e assim criando uma leitura divertida, uma roda de conversa, uma maneira de criar conceitos e divertir de ganhar tempo, e de transformar um domingo alegre e colorido. Alice (9 anos) que já ler pôde ir  fazendo a leitura decodificada ajudando a prima a compreender o cenário e o roteiro da história e assim seu desfecho, de maneira lúdica e na brincadeira de achar que e tá só brincando vai aprendendo palavras novas, repertoriando o vocabulário e aprendendo novos conceitos e novas aprendizagens como no caso de hoje o respeito á diversidade e as cores primárias. Leitura com o dever de ser transformadora,  informando, recriando conceitos, formatando o pensamento.
Hoje elas se aproximaram mais da autora, puderam criar com ela um laço afetivo, puderam pensar nos valores de amizade, e do respeito que devemos tratar as pessoas e suas diferenças uma vez que cada um tem sua maneira própria de ser.
Um domingo de leitura e interpretação e releitura de imagem que elas fizeram com ajuda do primo Amós (10) anos a Frederica personagem principal da história usando tinta guache espalhada na mão na cor amarela, a crista e o bico usando dedinhos polegares com tinta vermelha e os olhinhos em branco e preto com a ponta do dedo mindinho e por fim as pernas e pés azuis e amarelas com cabinho de colher, pois eu estava sem pincéis em casa e para mostrar que quando se quer se usa a criatividade e tudo pode ficar mais colorido.
Uma manhã livre da televisão e dos jogos eletrônicos, um momento lúdico e cheio de conhecimento desde as artes ás habilidades leitoras e apta a desenvolver  a oralidade, pois é necessário que a criança fale o que pensa e no seu falar ir reorganizando seu pensamento. Além de toda cor e alegria da manhã a socialização com os primos e a interatividade para crescer saudáveis e desenvolver inteligências pictóricas, linguística e interpessoal.


Espiem só nossa farra:

Assistam o vídeo


Espiem mais imagens de  nossas artes:




Para saber mais do Livro visite a página Estúdio MariaCininha



Obrigada Maria Cininha por transformar nossas vidas!!!

sábado, 5 de dezembro de 2015

Trend alert: Bugbee nos Anos 70




A onda dos anos 1970 continua cobrindo as coleções que chegam às lojas e
no verão não será diferente. Gloria Kalil já havia comentado sobre o que andou
vendo nas vitrines e um dos destaques são as batas de herança étnica.

"A bata já vinha em estações passadas e foi usada lisa no verão
passado. Agora, ela repica com os bordados que eram, originalmente, das blusas
romenas, que têm esse bordado folclórico", analisa Gloria, que mostra as
melhores opções para usar as batas estampadas.

As celebridades já provaram que curtem a proposta e a vantagem da bata é
a leveza que ela proporciona. "Ela é super leve, arejada e alegrinha. Para
o verão é muito esportiva e é uma roupa bem gostosa de usar".

Seu uso mais frequente é com jeans, tecido perfeito para acompanhá-las.
"A companhia ideal dela é o jeans ou camurça - aproveitando essa onda de
calças e saias de camurça. Já as peças em jeans são infinitas: calça, saia ou
shortinho, é a combinação perfeita."

Essa tendência vem nas estampas da Bugbee em vestidinhos 70s e peças mais soltinhas
da coleção de verão 2016 .

Confiram o charme das batinhas estampadas de frutas, animais e natureza em cores fluor e calaras para deixar o verão refrescante


  


 


 


 


quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Uma escola de lágrimas




Choro a dor de um mundo ferido, onde a violência vai levando embora a juventude, e cisma em deixar órfãos pais e mães que amaram por tanto tempo e num sopro de vento atroz leva a semente de dentro de seu coração, sim pois quem rouba um filho despedaça a alma de seus pais e nunca mais haverá remédio que cure a ferida aberta que a violência deixa...
Choro pela falta de esperança, dos sonhos que não voam mais, pelos meninos sem escola, nos faróis sem paz
De pés descalços, a pele suja e queimada pelo sol, ardendo nos olhos a descrença por algo bom, a esmo vão andando na vida, sem ter oportunidade, sem amor, pão e real valor.
Choro a dor de um mundo ferido, onde a violência vai levando embora a juventude, e cisma em deixar órfãos pais e mães que amaram por tanto tempo e num sopro de vento atroz leva a semente de dentro de seu coração, sim pois quem rouba um filho despedaça a alma de seus pais e nunca mais haverá remédio que cure a ferida aberta que a violência deixa...
E choro também pelos filhos que são pais, que precisam cuidar da casa, ser o homem da casa, a mais velha a do lar, sem  ter tempo para brincar, sem ter um espaço para estudar, sem livros, sem roupa pra vestir, sem um sapato para calçar, muito menos o alimento necessário para crescer e se sustentar.
Meninos e meninas á deriva, sem um caminho a percorrer que os ensine as artes, a dança, a música, a ciência, a política, a ler e a escrever
Enquanto tantos  se preocupam com o quanto vale os minérios debaixo da terra, quanto custa ir á lua, cuidar da biosfera sem perceber que recursos naturais não são os maiores tesouros da vida, mas como disse Mia Couto:  O ser humano é parte do meio ambiente, sem ele nada  poderá existir e nada nele tem dono, somos todos pertencentes ao mesmo mundo, dentro de nós existem outros tipos de vida porque mataríamos nossa própria espécie e a natureza que faz parte de nós? Gastam milhões em corrupção e pregam leis que não se aplicam, dizem aos quatro ventos : Criança é ser de direito, mas roubam-lhes o direito a digna vida.
Choro por falta de escolas que acolham, que ensinem valores, que deem oportunidade de ler e serem libertos meninos e homens , jovens e mulheres, que nos livros encontrem a busca que os faça trilhar o prazer da descoberta, a prática da gentileza, a cidadania sem querer subir nas costas de ninguém, mas que haja fraternidade, consciência ambiental de verdade, um olhar melhor sobre o planeta, sobre a vida animal. Escolas que sejam encantadoras, que valorizem as professoras, que tenha lápis de colorir, tintas de todas as cores, com bancos adequados e espaços para correr e se divertir, cantinhos de aprendizagem, teatro e brinquedos, pilhas de livros a se descobrir, tapetes mágicos pra voar na imaginação, grandes árvores frutíferas. que alimentem com amor e dedicação.
Ah! eu choro ao ver meninos e meninas ao invés de sonhar assim como eu com escolas transformadoras, querer ficar o dia na rua, pois na sala de aula não há diversão, é apenas uma lousa e um pedaço de giz, o chão é áspero e desinteressante, as paredes cinzas, infeliz... E quando vão mesmo assim não recebem um abraço, a hora do pátio é cenário para apenas reproduzir os filmes de bang-bang. Falta amor, falta afeto, falta a família por perto, falta todos darem as mãos.
Choro por todas mazelas do mundo e elas são o meu travesseiro. Vivo eu a soluçar! Me consola no entanto ver que de grão em grão vejo alguns que se achavam perdidos aprenderem a ler, os tímidos se descobrir nas encenações, libertarem os sorrisos, serem fadas, princesas, heróis em ação.
Minha visão turva é iluminada por um fio de crença, no acreditar na humanidade, no esperar amanhã um novo dia, sementes de bondade a brotar e ai sorrio ao receber um obrigado, um elogio, um abraço, um até logo com saudade. E ao olhar para trás, mesmo nesse mundo turbulento vejo meus sonhos ao vento, e as lembranças a flutuar, José que aprendeu a ler, Maria que aprendeu contar, Daniela que aprendeu sorrir, Carlos que aprendeu a escrever e a sonhar, Tereza que senta com gosto na cadeira quebrada, e ao ouvir uma história quer chorar de emoção Guilherme que não se importa que as lágrimas lhe caiam ao chão...E dentro de uma escola que ainda anda longe da ideal a passos de gado vamos dando significado e resgatando valores que se perderam há tanto tempo, o respeito, a solidariedade, uma oração, um agradecimento. Ali no cinza das paredes ganha o colorido da vida, o silêncio o som de uma canção, o quadro e o giz cede lugar ao ouvir relatos e experiências os livros recebem apelo para reescrever o que se diz, e cada um vai sendo parte da história, se colocam no lugar do outro, abrem as asas da imaginação, sorriem e se tornam reis e rainhas, príncipes e princesinhas  com seus pezinhos no chão... E ai percebo que talvez de pé calçado não pudesse tocar o imaginário, corre, brincar saltar e sonho com eles que um dia estarão no palco central da vida onde possam trilhar a melhor sorte e penso que mais importante que o melhor calçado, a melhor roupa e o melhor material escolar, é ser amado e ter garantido o direito de frequentar uma escola que abram suas mentes para poderem estimular suas inteligências e suas possibilidades, e que um dia poderão ser mestres e pessoas de grande valor para a sociedade, se eu em meu soluçar  olhar melhor a eles, enxergar cada um como sujeito de mudança e oferecer-lhes minha mão  e um pedaço de meu coração, o afeto que lhes falta em casa, na sala de aula , da rua a diversão, crescerão, voarão, sonharão... Nos livros que li para eles acharão o caminho para serem livres de toda prisão.


Paula Belmino

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Educação Revista


E por aqui o ano letivo se encerrou estamos apenas cumprindo as burocracias, registrando os diários, ainda aprontando algumas apresentações para o último dia de festa com as crianças e a família escolar. Foi um ano de lutas e de vitórias, aprendi com eles, me doei, ainda faltou muito a fazer , mas me sinto com a consciência tranquila por ter feito minha parte. O caminho continua, novas experiências, novos sonhos, buscas e oportunidades. Continuarei na luta, nas leituras, na formação continuada e na reflexão de uma autoavaliação de querer ser melhor, fazer o melhor.
2015 breve se vai... 2016 logo vem ai e que mesmo na crise que vamos atravessando no país não percamos o rumo, e os sonhos, de lutar e acreditar que somos nós a mola mestra da mudança, força e poder , detentores do conhecimento e a voz que clama no deserto, somos a história e podemos mudá-la com amor, criatividade, fé, esperança, leitura, poesia, artes e solidariedade. todos juntos em prol de um mundo novo onde as crianças leiam e compreendam o que leem e através da leitura revolucionem o que ficou estagnado, não deu certo e a partir dele fazer a intervenção nunca achando que se perdeu, mas que sempre é tempo de recomeçar. Sentirei saudades dessa turminha do 3º ano, de nossas aulas de leitura, poesia, movimento, música, dança, conversas, e brincadeiras, e levo de cada um pedacinhos de alegria e a lembrança doce do que recebi: um abraço, um beijo, um olá tia pela rua, a interação com meu aluno portador de necessidade que consegui conquistar e no último dia de aula pude ouvir me chamar, cada palavra escrita, cada aluno alfabetizado, cada sorriso, cada gesto de emoção, tudo... tudo vai ficar guardado!
Agradeço a Deus primeiramente, á toda equipe escolar, aos pais pelo apoio, aos amigos escritores que nos mandaram livros para me ajudar nesse trabalho de formiguinha que é disseminar o gosto pela leitura e a todos parceiros da educação.



















E por falar em Educação, vida de professor, saí na matéria de capa da Revista Educação de outubro
vejam: