quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

É hora de brincar

 



Corre, pula, anda de bicicleta

Esconde-esconde, revela a vida.

Criança  é  saudável 

Quando brinca sem medida.


O tempo é roda,

Gira, gira sem parar.

Na roda da ciranda

Cante,  dance, sempre a girar.


Brincar  de amarelinha,

Pular num pé  só,

Voar na asa do sonho,

Jogar dama ou dominó. 


É  hora de brincar,

Bola, carrinho, boneca.

Empinar pipa no quintal e

Sem pressa, jogar peteca.


É  hora de brincar

Ler um livro, ouvir histórias, 

Festa do pijama com pipoca,

E se guardar a infância na memória. 


É hora de brincar.

Brincadeira nunca cansa.

É  uma doce aventura

Viver feliz a infância.



Paula Belmino 


Poema inspirado na coleção Outono-Inverno da @instadedeka que traz nesta inspiração  as brincadeiras dentro de casa, no quintal, com os irmãos , primos e pais viver a doçura de aprender brincando.

Alice recebeu este com estampa  de patins que ela ama, assim como gosta de boneca, bicicleta,  pega varetas, dama.

Brincar é  a linguagem da infância. 




Acabamos de receber a belezura do #presskit  da Dedeka 

A coleção Outono-Inverno 2021 vem mais uma vez com  muita ludicidade,  pensando  sempre numa infância feliz com liberdade  para brincar. 

Com  o tema “É hora de brincar!”. Em um  período  que vivemos  em nossas casas confinados,  a Dedeka usou a criatividade e o brincar dentro de casa   como ferramenta para criar vínculos,  desenvolver  a imaginação , e por meio das brincadeiras,   experiências e memórias afetivas.

Versatilidade como palavra de ordem

O homewear da Dedeka é pra usar em casa, é  mais que  pijama, dá  pra brincar, usar com tênis,  em outras ocasiões onde as peças se adequam  e  adaptam-se pelo conforto  pra aproveitar a comodidade do lar e ao mesmo tempo estilo pra passear .


 Por isso, a equipe de desenvolvimento de produto traz tendências em modelos e cores, estampas, tecidos confortáveis  e macios para dormir  e brincar.

O kit vem com um jogo de  Tangran  e de cartas Para brincar com a família.  E até   embalagem é  brincante, vem pra colorir  e reciclar. Aqui já virou  cama pra Milú,  nossa companheira no lar.


Vejam o vídeo da Alice:




Aproveita conheça  a coleção  e adquira o seu,  além de brincar e dormir confortavelmente  a empresa ainda reverte parte das vendas para projetos sociais como a @acriancafeliz .


https://loja.dedeka.com.br/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

Dedeka Outono-Inverno 2021

 




Acabamos de receber a belezura do #presskit  da Dedeka 


A coleção Outono-Inverno 2021 vem mais uma vez com  muita ludicidade,  pensando  sempre numa infância feliz com liberdade  para brincar. 


 

Com  o tema “É hora de brincar!”. Em um  período  que vivemos  em nossas casas confinados,  a Dedeka usou a criatividade e o brincar dentro de casa   como ferramenta para criar vínculos,  desenvolver  a imaginação , e por meio das brincadeiras,   experiências e memórias afetivas.

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Versatilidade como palavra de ordem


O homewear da Dedeka é pra usar em casa, é  mais qie pijama, dá  pra brincar, usar com tênis,  em outras ocasiões onde as peças se adequam  e  adaptam-se pelo conforto  pra aproveitar a comodidade do lar e ao mesmo tempo estilosa pra passear .


 Por isso, a equipe de desenvolvimento de produto traz tendências em modelos e cores, estampas, tecidos confortáveis  e macios para dormir  e brincar.

O kit vem com um jogo de  Tangran  e de cartas oara brincar com a familia.  E até   embalagem é  brincante, vem pra volorur, e reciclar. Aqui já virou  cama pra Milú,  nossa companheira do lar.

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Logo mais tem vídeo  da Alice e uns poemas brincantes para apresentar  a coleção. 

Corre la na loja virtual e garanta o seu pijama É hora de brincar. 

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https://loja.dedeka.com.br/

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#dedeka #read #kids #pijamas #festadopijama  #picoftheday #festaemcasa #colecaooutonoinverno #pijamasparty

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Caravana de Escritores Potiguares

 


Minha participação hoje na 7ª Caravana de Escritores Potiguares
Versão online

Este ano devido a pandemia , as palestras ocorrem no YouTube. E só ativar o sininho e você receberá as notificações dos vídeos.
Não fique fora dessa!

Siga @caravanadeescritoresrn



Assistam aqui:





O Projeto Caravana de Escritores Potiguares temporada 2021, tem o patrocínio da Cosern (@cosern_oficial ), do Instituto Neoenergia (@neoenergia_oficial )e do Governo do Rio Grande do Norte (@governodorn ), através da Fundação José Augusto (@culturarn ) via Lei Câmara Cascudo.
Instituto Ekloos 

 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Carnaval








Este ano no Carnaval a fantasia rima apenas com  poesia .

Fantasia  rima com  poesia


Este ano 

Não  vou,

Não vou aglomerar.


Vou brincar  o carnaval  em casa

E da minha saúde 

E do outro cuidar.


Este ano

Não  vou,

Não  vou  lá fora pular


Coronavírus e carnaval não combina 

Festa e Covid  não  rima

Com saúde  ninguém pode brincar.


Só  vou abraçar,

E fazer  festa  com os amigos 

Quando a pandemia passar.


Carnaval este ano?

Não  vou, 

Não  vou.

Só quando  a vacina chegar.


Paula Belmino 


 A querida Laurinha  se fantasiou para brincar o carnaval em casa com seu irmão  e recita meu poema carnaval lindamente  ilustrado por Conta, Camila, conta   que a tia Rozineide  enviou para ela ler lá  em Mossoró 




quinta-feira, 4 de fevereiro de 2021

A vida é um sorvete

 


A vida é um doce

É preciso mais que experimentar,

É um sorvete colorido

Pra gente se lambuzar.

 

Mas, cuidado,

Preste bem atenção

Saiba provar a vida

Com ávida degustação.

 

Senão em um instante,

Quando menos se espera

A doce vida desmancha,

Como sorvete derrete.

 

A vida é um sorvete

Tem mil gostos e cores

Amor, amizade, alegria, fé

Aproveite os bons sabores.

 

Pode ser que apareça

Um sabor que não se goste,

Mas tenha calma e deguste,

Aprove ou desaprove.

 

A vida é doce ao paladar

Também sentir-se o azedo, o amargor

Mas logo passa se souber viver,

Sentir da vida o sabor.

 

Afinal nada é para sempre,

Viva a vida com intensidade,

Seja saboroso ou insípido,

Nunca viva pela metade.

 

A vida é um sorvete

Um doce colorê

Misturas de gostos e sentidos

Para quem sabe viver.

 

Paula Belmino

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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Alegria Pura. Dica de Livro



Manhã.

Canto de galo.

Ruazinha perdida na cidade quase vazia.

Marlúcia busca atenção

Também está só.

Todos ocupados

Cuidam da horta, chuleiam e bordam

segredos , silêncios.

Liló, Mazé, Isorina, Dileuza, Célida.

Cinco moças a olhar o vazio, ocupadas na rotina dos dias... embromam , engomam, cozinham, arrumam a mesa

Pamonha, arroz doce, sabores e cheiros

Louça limpa.

Vida simples.

E Marlúcia rodeando, pedindo ajuda, tentando achar solução

Ninguém a vê. Bobona, enfadonha.

-Não atrapalhe! - ralham, as cinco, todas no mesmo coro.

Assim percebida de indiferença, se enche

alegria malsã, um jeito de vingar -se , das cinco que não lhe deram atenção.

Poderia a solidão virar amizade?

A alegria pura chegar na manhã?





Um amor, cartas, bilhetes, convites, fogo ardendo, ressentimento, mágoa e paixão acendida , queima no fogo, como o doce apurado.

Um rapaz, uma intriga, um castigo.

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E a forma de Marlúcia se mostrar.

Quem veria a alegria pura deste lugar?




Uma história, um enredo de nos fazer viajar na cultura, no regionalismo, nas histórias de inventar amor e se enamorar, nas palavras perdidas.


Assim é o livro :

📕Alegria pura de Stella Maris Rezende com ilustrações de Eduardo Albini pela @imperiallivros

Uma história enredada com palavras bem tecidas, entrelaçadas de sentimentos, transbordando poesia.

Marlúcia busca conversa, busca ajuda, se intromete, Mas as 5 colegas não lhe dão atenção, então ela faz a prova de como conseguir o que quer usando o nome de um rapaz , o pretendente que todas as moças querem. Um Livro de beleza, onde paira o tempo, e onde se sente cheiro das plantas, das ternuras nos vasos nas varandas.

Intrigas ingênuas, cercando a vida num tempo que não se vê mais.

Para comprar

https://imperiallivros.com.br/liv.../pre-venda-alegria-pura/


Lançamento amanhã 26/01/2021 ás 18H










 

Caminhada





Segundo uma pesquisa do IBGE a maioria da população brasileira é sedentária a partir da adolescência, e 47,5 % dos envolvidos são mulheres. Realizei uma pesquisa no Google hoje, por interesse e pela curiosidade para começar a escrever este texto. É que hoje precisei caminhar até o trabalho, acordei cedo e o pneu da moto estava furado, sem tempo de levar à borracharia, sai com a mochila nas costas, pelas ruas ainda desertas, num dia frio prevendo o inverno tão esperado no Nordeste. Sai caminhado vagarosamente, imposto pela sequela pós-acidente automobilístico, e segui o caminho admirando as mangueiras com frutas caídas nas calçadas, florindo. Senti o perfume da manhã, respirei profundo, apesar do uso da máscara.
Caminhei como se eu pudesse voltar à condição física de dez, quinze anos longe dos exercícios.
Durante a caminhada de no máximo 20 minutos de distancia entre o trabalho e minha casa eu já estava quase me sentindo saudável e lembrei quantas vezes caminhei nas ruas da cidade inteira, a visitar um amigo, para ir ao trabalho, ou à escola, para ir à feira. Sempre a caminhar livre, leve, e feliz. Quantas vezes eu andei por estas ruas e parei pra cumprimentar um amigo, para conversar coisas sem importância, entrava numa casa para abrigar-me da chuva que caía.
Durante meu trajeto, incomodou-me o peso da mochila nas costas e a dor no peito. Meu coração estaria tão fraco que não suportasse andar 10 minutos?
Quantos morrem de infarto por causa do sedentarismo? Por achar cômodo ir de veiculo motorizado para o trabalho, para um passeio?
Quantas pessoas deixaram de dar bom dia aos vizinhos, às pessoas da rua, por estarem presos no veículo?
Ao caminhar, pensei em mudar a minha prática, comprar um tênis confortável e voltar a andar, mesmo com minha limitação física. Talvez eu não emagreça, não diminua o sobrepeso, não me torne fitness e faça pouco para reduzir os altos níveis de colesterol e triglicerídeos no sangue, talvez mal ande, mas ainda assim a caminhada me faria livre. Eu só queria voltar a ser jovem outra vez, sem sequela alguma para correr, caminhar, e viver, até quando não sei.

Paula Belmino

Crédito da imagem do Google