Essa é nossa singela homenagem pelo dia do músico a todos
artistas que usam essa arte para encantar
Uma homenagem ao Maestro professor da Alice de flauta
Francisco Aprigio
e ao professor Ray santos de violão que também dá aulas particulares
Homenageio aqui também o Guga Murray filho da poeta Roseana
Murray que no livro Caixinha de música apresenta lindas canções e partituras
para as crianças viver a poesia e a canção.
A escola Atrium Escola de música está oferecendo vagas
para aulas de violino
Bolsas de estudo para violino! São apenas 5 vagas para
quem já toca ou quer começar. Informe-se: 21091596 ou 988599325.
Antecipe a sua matrícula e ganhe 50% de desconto!
Oferta válida até 15de Dezembro!
A Escola
de Música Atrium surge em Resende em 2013 com o objetivo de oferecer à
comunidade uma nova abordagem sobre a educação musical. Visando atender o
público de todas as idades e níveis de formação o Atrium oferece cursos
baseados na prática musical. No Atrium o aluno tem a oportunidade de aprender
tocando a partir de um método pan-educativo onde o lúdico não está dissociado
da aprendizagem musical em todos os níveis. A música como hobbie, educação
complementar ou como profissão tem seu espaço no Atrium.
Por fim uma canção por Alice que está aprendendo e já ama a música, se inscrevam em nosso canal
Essa ilustração de Danda Trajano foi feita para um outro poema meu o Bem-te-vi e aqui mostro com esse lindo sonho de ser pequena ave. A artista além desse tem feito outras ilustrações que vou aos poucos mostrando por aqui.
Rosângela Trajano é conselheira editorial licenciada
e bacharel em filosofia, mestra em literatura, poeta, ilustradora, romancista e
escritora para crianças. Publicou o seu primeiro livro em 1999 intitulado
“Carrossel de Poesias”. No ano 2002 ganhou o prêmio Zila Mamede de Poesia. É
criadora do Projeto Giges, um projeto que conta histórias para crianças na rua.
Criadora também do método Lino de filosofia para crianças.
Poema inspirando no blog Filosofando com a Lourdes :
filosofandonavidaproflourdes.blogspot.com.br/
Uma brincadeira para se inspirar em uma imagem e dar asas á criatividade e a interação com outros blogs amigos, leitores.
A inspiração dessa semana:
Usei minha inspiração a pensar no pai, no nosso amigo Jesus que está sempre pronto a nos esperar de braços abertos mesmo quando não estamos com o olhar voltado para Ele. E para provar que sempre nos espera e nos ama morreu de braços abertos a dizer que está sempre de braços abertos a nos esperar.
Nas fotos a Alice e seu pai por Camilla Bandeira Fotografia nessa simbologia do pai que ama seu filho e está sempre disposto ao abraço e ao afeto constante.
E deixo também uma canção tocada e cantada por Alice e onde dou uma palinha
Se puder se inscrevam em nosso canal no youtube. Basta clicar lá e se inscrever
Essa poesia é inspirada no livro: Uma andorinha só de Luciano Pontes pela Editora Comunique que usei na escola para continuar nosso trabalho contextualizando as disciplinas geografia, história, Língua Portuguesa, Ciências, matemática, artes e enfocando a sustentabilidade, a conscientização dos cuidados com o meio ambiente, principalmente com as plantas e com os recursos hídricos. Um alerta a cada um fazer sua parte, sabendo que em cada ação há uma reação e como diz o ditado: plantar para colher.Trabalhei anteriormente Manoel de Barros e este livro tem o olhar atento às coisas miúdas, as coisas simples e tão importantes da vida.
O autor Luciano Pontes, também ilustrador fez o livro com muita magia, em papel reciclado levando a refletir sobre toda a causa ecológica.
Tivemos o prazer de conhecer o autor ainda na Jornada Literária aqui em Natal RN, ele é de uma simpatia impressionante e cheio de motivação que deixou a Alice apaixonada! Sua obra é de uma beleza terna e de muita importância.
As crianças na escola leram o livro, puderam conversar sobre a importância da natureza, relacionar a vegetação típica do cerrado, com a nossa caatinga, procurando semelhanças e diferenças, vimos a região do Brasil onde esse tipo de vegetação se encontra.
Relacionamos a obra do autor coma de Manoel de Barros, mum objetivo de as crianças ampliarem o repertório e o conhecimento das obras de grandes autores, a interpretação e o neologismo das abstrações da poesia:
"Imaginei as crinas soltas do vento a disparar pelos
prados com o menino" Manoel de Barros
" O vento acalentou nos balanço ventania" Luciano Pontes
Na interpretação e releitura do aluno João Álvaro: O vento balançou com calma
Após ler e ilustrar as crianças puderam reescrever a seu modo a história deixando-se imaginar e poder assim desenvolver habilidades de memorização, capacidade para concentrar e relembrar, usar a criatividade, e as regras ortográficas que sempre trabalhamos dentro do contexto do próprio texto, sempre corrigido depois num texto coletivo.
O texto foi fatiado para que eles pudessem er e colocar na ordem, observando assim a sequencia lógica e a coesão e ajustando assim a pauta.
Uma nova maneira de incentivar a ler e observar como escreve tal palavra.
Depois do texto lido e relido, as crianças memorizaram e puderam apresentar cada uma , uma parte do texto e depois organizaram o texto em cartazes ilustrando-o.
E puderam assim confeccionar seus próprios livrinhos:
Uma aula lúdica e com muito incentivo principalmente à leitura e á escrita, a vivenciar o momento lúdico da leitura literária.
Cuidar das crianças é dar a elas proteção e ensinar a elas a reconhecerem uma situação de violência e abuso sexual
De forma lúdica a literatura é uma grande ferramenta para conversar abertamente com as crianças sobre um assunto tão sério. Vale salientar que a proteção das crianças é responsabilidade de seus pais e que deve-se usar uma linguagem apropriada e também falar o necessário de acordo com a maturidade da criança, mas sempre dialogando e observando sempre o comportamento das crianças quando retornam de algum atividade com adultos
Cabe aos pais e responsáveis:
- Quando você deixar o seu filho sozinho com outra
pessoa, seja adulto ou adolescente, procure que possam ser observados.
- Favoreça situações nas quais o seu filho se integre em
grupos.Mas fique atento como buscar conhecer os responsáveis e monitores e ficar atento quando a criança retorna;
- Ensine o seu filho com o exemplo. Evite o máximo
possível, estar sozinho com um menor que não seja seu filho.
- Supervisione o uso da Internet que o seu filho
faz.
- Ensinar a criança a não aceitar presentes de estranhos
-Orientar para que não deixe que toque em áreas íntimas do seu corpo
Muitas são as ações de proteção e segurança para manter as crianças longe de violência
A Aletria caba de lançar o livro: Não me toca, seu boboca escrito por Andrea Viviana Taubmam e ilustrado por Thais Linhares, tendo o cuidado de pensar numa história em que os personagens são animais Como a coelhinha Ritoca que enfrenta uma situação de encontrar um tio aparentemente gentil que quer enganar ela e seus amigos, mas que felizmente consegue escapar.
Para escrever esse livro contaram c com a consultoria de profissionais que trabalham dia e noite pela proteção de crianças e adolescentes. Psicólogos, juízes, advogados e a fundação Childhood Brasil.
O livro chegou aqui e já foi usado com Alice e as amigas e ontem também ela levou para ler com a turma dela na escola. Um assunto sério que precisa de orientação e de muito cuidado de pais, professores, responsáveis.
Assistam o vídeo da Alice e suas amigas respeitando amadurecimento de cada uma
Para prevenir que abusos aconteçam, é importante ensinar às crianças e aos
adolescentes a diferenciar uma brincadeira de uma potencial situação de risco e
fortalecer suas capacidades para que possam se defender e denunciar quando uma
pessoa age de maneira inadequada com elas.
No entanto, falar sobre este tema é, muitas vezes, uma tarefa bastante difícil
para pais, mães, familiares e demais profissionais da área de educação, saúde e
assistência social. Pensando nisso, a Aletria lança o livro "Não me toca,
seu boboca!", escrito por Andrea Viviana Taubman e
ilustrado por Thais
Linhares.
Para chegar no formato final do livro, Andrea e Thais
contaram com a consultoria de profissionais que trabalham dia e noite pela
proteção de crianças e adolescentes. Psicólogos, juízes, advogados e a fundação
Childhood Brasil foram importantes parceiros para a criação de "Não me
toca, seu boboca!".
Na semana que antecedeu
o lançamento do
mais novo livro, o Blog da Aletria conversou com Áurea Domingues, psicóloga do
Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Áurea, juntamente com Christina Mendes,
Glicia Brasil e Sandra Levy, foi uma das profissionais que colaborou
amorosamente com as revisões técnicas dos textos que contam a história de
Ritoca, personagem do livro "Não me toca, seu boboca!". Leia abaixo a
entrevista completa:
1) A literatura, com sua ludicidade, sempre foi
importante mediadora para temas delicados como a morte e a sexualidade, por
exemplo. Como um bom livro pode se tornar aliado de conversas difíceis
entre pais e filhos?
A literatura infantil é um excelente aliado para
conversas difíceis no âmbito familiar, pois explora o imaginário infantil de
uma forma lúdica e leve. Assim, um bom livro evita impactos negativos na mente
da criança ao abordar assuntos delicados, como é a questão do abuso sexual.
2) No caso da temática da violência sexual contra crianças e adolescentes, a
delicadeza do assunto exige um cuidado especial para elaboração do livro, a fim
de informar, orientar e proteger nossas crianças. Enquanto psicóloga, como foi
o processo de colaborar para a criação de "Não me toca, seu boboca!"?
Quais foram os maiores desafios?
Me senti muito honrada em poder participar da elaboração do livro orientando a
autora Andrea Viviana Taubman com questões da área da Psicologia sobre a
dinâmica do abuso sexual. O primeiro encontro com a escritora foi muito
emocionante. Fizemos uma breve reunião no ano passado, em que foi apresentada a
sala de atendimento às crianças vítimas de abuso sexual no Tribunal de Justiça
do Estado do Rio de Janeiro. À medida que Andrea lia o seu texto (primeiro
esboço do livro), eu me lembrava dos casos difíceis que já atendi. Foi difícil
evitar as lágrimas, pois o que ela descrevia no livro exemplificava os
processos em que eu atuava. Construímos ali uma excelente parceria e, desde
então, fui acompanhando e opinando na elaboração do texto e também nas
excelentes ilustrações da Thais Linhares. Foi importante explicar que na
dinâmica do abuso, muitas vezes, o abusador tenta ganhar a confiança da criança
se aproximando de forma doce, delicada, com elogios, oferecendo presentes e
utilizando um linguajar infantil. Assim, fica difícil para a criança
identificar que está sofrendo um abuso. O maior desafio foi traduzir essa
dinâmica do abuso para o livro com um vocabulário de fácil assimilação para as
crianças.
3) Por que é importante trazer esse assunto para conversas dentro de casa?
É muito importante que esse assunto seja discutido em casa, para que as
famílias possam trabalhar a prevenção. Assim, os responsáveis podem ensinar a
criança a identificar uma situação abusiva. Por exemplo, quando um adulto pede
para tocar suas partes íntimas em troca de presentes ou exigindo que a criança
não conte para ninguém; quando um adulto pede para a criança tirar fotos nua ou
com roupas íntimas; quando um adulto marca um encontro sem o conhecimento dos
pais; é preciso dizer também para criança ter muito cuidado com quem conversa
na internet e jamais enviar fotos ou marcar um encontro com um adulto
desconhecido.
Além disso, muitas crianças não se identificam como
vítimas de abuso e se sentem culpadas, acreditando que são provocadoras dos
fatos. Como consequência, sentem vergonha e medo de revelar. Vale ressaltar que
muitos casos ocorrem no ambiente intrafamiliar, sendo mais difícil que a criança
revele para um adulto de sua confiança. Nesse sentido, quando o assunto é
tratado dentro de casa, empodera a criança para identificar, se defender e
revelar uma situação de violência sexual.
4) Você acha que o abuso infantil ainda é visto como uma questão privada e não
como uma causa de interesse público? Para você, qual a importância de trazer
essa discussão para dentro de produtos culturais como livros, filmes etc?
Sim, infelizmente a questão do abuso infantil ainda é vista como um tabu. É
um tema delicado e enfrenta resistência nos espaços de discussão do poder
público. Mas essa é uma questão que precisa ser mais discutida
publicamente na sociedade. A criança vítima de abuso merece respeito e
proteção, e jamais deve ser culpada pelos abusos. A culpa nunca é da vítima.
Entretanto, vemos crianças sendo culpadas, dentro de casa e até na rede de
garantia de direitos. Por outro lado, o abusador não tem cara, está presente em
qualquer aparência física, etnia, religião, gênero, idade e classe social.
Nesse sentido, nem sempre é facilmente identificado. Sendo assim, é muito
importante que esse assunto seja tratado em livros, filmes, novelas como forma
de prevenir que essas situações ocorram ou que fiquem impunes.
Em casos de suspeita de violência e abuso sexual denuncie
Disque
100: serviço de proteção de crianças e adolescentes com foco em violência
sexual, vinculado ao Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual
contra Crianças e Adolescentes, da SPDCA/SDH. Basta discar o número 100 (é
gratuito e aceita ligações anônimas);
Proteja Brasil: Esta iniciativa do UNICEF permite que sejam
feitas denúncias diretamente por um aplicativo disponível para android e IOS,
além de localizar os órgãos de proteção nas principais capitais e ainda se
informar sobre as diferentes violações. As denúncias são encaminhadas
diretamente para o Disque 100.
Essa é minha inspiração no 9º Poetizando e Filosofando com a Lourdes do blog Filosofando na Vida
Uma brincadeira e desafio pra gente usar a criatividade e o exercício de escrever e refletir sobre a vida e tudo em volta dela.
Flores de meu jardim. Alguém sabe como se chama?
Usei o vinho como inspiração da imagem cedida com duas taças e flores e mostro aqui o néctar, a semente exposta na flor para levar esperança e vida, e que possamos ser semelhantes à pequena flor que brota na luz, e contem em seu interior o vinho da alegria.
Como diz a palavra de Deus: Não vos embriagueis de vinho em que há contenda, mas enchei-vos do espírito! Efésios 5: 18
Um livro pra falar de infância, dos hábitos cultivados na roça, de histórias guardadas na memória de nosso afeto, o brincar de pé no chão, o andar pelo campo, subir em árvore, comer fruto do pé, tomar banho no rio, e contar e ouvir histórias em volta da fogueira, brincando com os bichinhos da noite como grilos e vaga-lumes. Assim é essa história do livro Buriti Grande narrada em primeira pessoa por Marismar Borém que conta detalhes afetuosos de sua infância vivida na roça.
Um menina serelepe de pé no chão, cabelos despenteados que usa vestido vermelho florido e acorda cedo com o cantar do galo e com o sol que lhe invade a janela azul de seu quarto.
A rotina se segue em ir ao rio com sua mãe lavar roupa, esperar quarar nas pedras, e poder pular da ponte para tomar banho do rio ou procurar pequenas pedras no antigo garimpo.
Tudo é motivo de festa, as jabuticabeiras com frutas pretinhas, o brincar com os peixes ainda girinos escorregadios da mão.
À boca da noite o banho de bacia com água morna esquentada no fogão á lenha, e ir pra fora brincar de ouvir histórias, procurar vaga-lumes com tição de lenha, uma festa linda.
O livro foi lido por mim uma vez, e pudemos comparar nossa realidade com a história, aqui a maioria das crianças convivem na roça e tem essa realidade bem perto. Só pudemos ver as diferenças do clima, o rio, que por aqui não existe, poucos açudes, mas que as crianças não tem essa rotina de tomar banho.
Além da leitura afetiva pudemos estudar sobre onde se passa essa região do país e assim contextualizar sobre relevo, clima usando-se da geografia para aprender mais de nosso Brasil. Assim como sobre a importância dos rios, da natureza, de aprendermos a respeitá-la e preservá-la. Após essa leitura e roda de conversa as crianças puderam ler em voz alta em quartetos , de acordo com a hipótese silábica em que se encontram e assim poder ajudar um ao outro a compreender o que ler, a desenvolver a fluência literária.
Após a leitura em que cada grupo falou sobre o que entendeu da história as crianças puderam reescrever como compreenderam e ilustraram
O desenho é uma das importantes linguagens da criança para se expressar e se aproximar da leitura, quanto mais desenha e melhora sua técnica essa atividade ajuda na coordenação motora fina, ajudando as crianças a melhorar sua letra, uma vez que no período de alfabetização algumas sentem dificuldades de usar a letra cursiva.
Quando desenha a criança também repertoria o pensamento voltando-se às cenas da história e assim pode compreender o que leu, memorizar, articular dando sequência lógica aos fatos.
Para saber mais do livro Buriti Grande
O texto narrado em primeira pessoa conta a história de uma menina e sua vida na fazenda, fazendo as crianças imaginarem e se aproximarem dessa vida simples do campo sentindo pela emoção cheiros e sabores de um lugar assim , voltado para a natureza e a magia do encantamento
Escrito por Marismar Borém e ilustrado por Lelis pela Editora Aletria