Nessa época de Festas Juninas mais uma recordação do Rei do Baião Luiz Gonzaga e toda brincadeira e poesia para encantar as crianças. Leiam e me digam o que acharam!
Foi assim que meu aluno Henrique me definiu a função das árvores para o meio
ambiente.
Ao ouvir essa filosofia e poesia pura de uma criança constatei mesmo que Manoel
de Barros tinha razão: a
Poesia não é para compreender mas para incorporar
Entender é parede: procure ser árvore.
Este é o Henrique com a mão no globo, e olha a carinha de Rodolfo encantado em descobrir países, cidades, hemisférios, onde é mais frio e mais quente, onde fica noite e dia de acordo com a posição da terra.
Realmente Henrique as árvores são os cabelos do mundo, por ela vem proteção e
beleza, perfume e movimento, luz, cor e vida.
Se são cabelos do mundo as árvores deixam o mundo mais bonito e cheio de vida.
Eu educo as crianças diariamente para cuidar do planeta com mudanças de atitudes, mais que aprender apenas conceitos e conteúdos, ter atitudes que promovam a vida, que desenvolva a cidadania e o amor pela terra e todos os recursos hídricos e naturais. Este é meu aluno Henrique, uma criança maravilhosa e ativa e após falarmos de tudo que já aprendemos para cuidar da natureza sugeri que escrevessem um texto que falasse por exemplo, da importância das árvores, para a vida de todos nós.
Que coisa linda!
Henrique eu guardarei tua poesia e filosofia dentro de minha alma para
sempre!
No dia mundial do meio ambiente as crianças na escola
tiveram aula divertida e com incentivo à leitura e à consciência ecológica.
As crianças estudaram sobre o calendário, os movimentos
da terra . Rotação que define dia e noite e o movimento de translação que
determina as estações do ano.
Em matemática compreenderam as medidas de tempo, estimativa e ferramentas para
medir o tempo como o calendário, o relógio, minutos e horas, quantos minutos têm uma hora? e três horas quantos minutos contem? Situações problemas envolvendo o movimento da terra , a rotina de cada um me casa, os horários dos afazeres etc..
Em geografia e ciências da natureza compreenderam como é importante cuidar da
preservação do planeta, já que só aqui existe vida.
Pesquisaram e apresentaram em seminário o resultado da pesquisa no intuito de se expressar e melhorar a apresentação em público.
Em Língua Portuguesa escreveram pequenos textos sobre os
cuidados com a natureza e ações de mudança de atitude para economizar os
recursos naturais.
Tudo inspirado no livro : Os doze amigos e a bola azul
Escritora Débora Ciciola
ilustrações de Fabiano Vianna
Pela parceria coma Editora InVerso
.
Livro lúdico com muita criatividade para incentivar a cada um se
responsabilizar pela terra, preservando a vida, e trazendo qualidade para a vida
de cada um.
O livro traz nessa história doze amigos todos relacionados aos meses do ano, cada um dele com uma característica, uma preocupação para com a natureza. De acordo com o mês as estações do ano, e os problemas causados pelo aquecimento global, desmatamento, poluição etc... Os doze amigos decidem com ideias legais salvar o planeta, ideias essas simples que cada um pode fazer sua parte para poder ajudar a preservar a vida. Este livro é daqueles que necessita muitas leituras é como um poço de inspiração para atividades educativas e que conscientizem o ser humano para se perceber responsável pelo bem estar do planeta. O vídeo abaixo conta mais de como as crianças aprenderam
Poema inspirado na semana do Meio ambiente para o Poetizando e Encantando do blog da Lourdes que nos dá cada semana uma imagem para inspiração.
escolhi essa abaixo, uma moça num campo de flores lilases, montada numa bicicleta e vestida também de lilás. Penso na natureza que necessita de amor e cuidado a cada dia e que cada um de nos faça sua parte, seja reciclando, consumindo menos, deixando o carro em casa e usando um transporte alternativo, plantando mais, economizando energia etc...
E você o que tem feito pela natureza?
Deixo a Nona Sinfonia de Beethoven por Alice na Flauta Doce
Chamada também de Hino da Felicidade ou ode á alegria
A Nona Sinfonia de Beethoven foi apresentada pela
primeira vez no Teatro Kärntnertor, na Áustria, em 7 de maio de 1824 e é
marcada como a primeira obra de um compositor que tenha utilizado a voz humana
com tamanha importância tal qual os instrumentos. É a obra mais conhecida do
gênio musical. Ela foi encomendada pela Real Sociedade Filarmônica em 1817 e
começou a ser composta no ano seguinte. A base para sua criação foi a tentativa
de Beethoven, musicar o poema "Ode a Alegria" de Friedrich Schiller,
que lera quando era jovem e com o qual ficou emocionado por fazer menções a
fraternidade humana.
A Nona Sinfonia de Beethoven foi inspirada no poema Ode à
Alegria, do dramaturgo alemão Friedrich von Schiller , os versos originais de
Friedrich Schiller exaltavam a liberdade individual e a fraternidade universal.
A opressão sofrida por Schiller na adolescência acabaria tendo influência em
sua obra, repleta de protestos contra a desigualdade social e a corrupção.
Quando compôs a Nona Sinfonia, Beethoven já estava surdo
e na estreia da obra, em 1824, o bem-comportado público vienense interrompeu a
performance, aplaudindo no fim do primeiro movimento. Conta-se que o compositor
cochilava em seu camarote e teve de ser acordado para, incrédulo, agradecer a
ovação da plateia. Nos 175 anos seguintes, a Nona seria utilizada como símbolo,
tanto para o bem como para o mal. Em 1942, a peça foi escolhida por Goebbels,
ministro da Propaganda de Hitler, como trilha sonora da superioridade alemã. Um
ano depois, em Auschwitz, era cantada, em checo, por um coro de meninos judeus,
dessa vez como trilha da esperança.
Influenciado pelos ideais da Revolução Francesa, queria
que sua obra fosse imortal. Beethoven não conseguia realizar tal tarefa, e
sempre ficava preso em determinadas passagens do poema. Felizmente, num belo
dia, Beethoven adentrou correndo ao escritório para avisar ao secretário que
havia conseguido.
Os versos do poema, que compõe a ¨Ode à Alegria¨ estão no
4º e último movimento da 9ª Sinfonia.
A Nona Sinfonia apresenta a alegria e a felicidade como possíveis, e para que
sejam atingidas, basta estreitar a mediocridade política e cultural que nos
cercam. Daí a compreensão do motivo que levou a União Européia a adotar a obra
de Beethoven como hino oficial.
Poema inspirado no livro Milena Vareta Milena Cipó de Roseli Barbaresco com ilustrações de Altair Vianna pela Editora InVerso
Alice leu e amou afinal ela tem pernas finas e compridas e sempre foi motivo de as pessoas falar que ela é reta a perna completa. Achamos o livro colorido e alegre, mas faltou trabalhar mais essa questão de apelidos, de como Milena se sentia, e assim evitar que outras crianças passem pelo constrangimento por causa de como veem seu corpo, mas cabe aos pais, mediador de leitura e professores interagirem com as crianças sobre a valorização de cada um, a auto-estima e a aceitação, respeito á diversidade. Vejam:
Tenho o privilégio de ter alguns poemas de minha autoria na Revista Barbante
Editorial
A edição de maio de 2018 da Revista Barbante está
especialmente rica!
Atendendo à nossa chamada para uma reflexão sobre o Golpe de 2016, Gilvan
Santana de Jesus
nos oferece o estudo “Processos de significação do impeachment da Presidente
Dilma Rousseff
na/pela mídia brasileira”. Com viés político, Ivânia Nunes Machado Rocha nos
convida à
reflexão a partir de “Literatura: uma categoria política”. Ainda na seção
“Artigos”, Fabio Mario
da Silva nos apresenta a poesia de Airton Souza, em “A solaridade da obra Manhã
cerzida,
de Airton Souza” e Aretha Ludmilla Pacheco Lira Barros, em “Caldeirão: quando a
memória
revela a história”, um estudo filosófico sobre a obra de Cláudio Aguiar. Outra
abordagem a
obra literária também pode ser lida: “Senhora de engenho: resistência e
fragilidade feminina
em Fogo morto de Jośe Lins do Rêgo”, de Augusto Petronio Pereira. Já Margarida
Maria
Araujo Bispo nos contempla com um estudo sobre o cinema no artigo “Babel,
quatro histórias
entrelaçadas”.
A seção “Ensaios” também apresenta texto sobre o golpe 2016: “Refletindo o
golpe de 2016”, de
Lidiane Almeida Silva. Além disso, traz “As Cantigas de Santa Maria – Séc.
XIII” e “Leituras
Cascudianas”, ambos de João da Mata Costa; e o belo “Depoimento: do autismo ao
altruísmo,
uma história de amor”, de Mirtes Veiga.
Em “Crônicas”, o texto de Bruno Elias “Sigamos o nosso caminho: Lula livre,
Lula presidente”
e “Tarde de sol”, de Gilberlan Santos.
Já em “Contos”, este número reúne: “Dominuscídio (ou a morte de meu pai)” e de
Antonio
Trindade; “Entre o asfalto e o infinito”, de Maíra Estela Santos.
Em “Literatura Infantil e Juvenil”, encontramos “O robôzinho medroso”, de
Rosângela Trajano.
Na seção “Poesia”, uma surpresa especial: dois poemas da poeta e
professora-doutora iraniana
Ulker Ucqar, traduzidos por Christina Ramalho (a partir da versão em francês),
mas também
apresentados no idioma original, para que vocês confiram o “azeri”. E, na
sequência, uma galeria
diversificada de poemas assinados por Antonio Trindade, Clécia Santos, Edson
Santos, Fátima
Gonçalves, Gilberlan Santos, Jean Sartief, Lívia Ferreira, Maria Gabriella,
Paula Belmino e
Renata de Castro. O último poema, “Golpe”, de Christina Ramalho, encerra a
contemplação
do tema principal desta edição.
Em “Literatura de Cordel”, trazemos “Branca de Neve e os sete anões” de Rosa
Regis.
A seção “Resenhas” traz uma bela resenha de Rosângela Trajano sobre o romance
“As meninas”
de Lygia Fagundes Telles.
Fechando este número, a seção permanente, assinada por Mario Brito-Semedo,
Esquina do
Tempo. Desta vez, Brito-Semedo nos presenteia com “Sport d’cinéma. Herói de
cinema”.
Boa leitura! E continuem com a Barbante!